Combustível

Pré-aviso de greve mantém-se até acordo ser aceite e assinado, diz sindicato

Pedro Pardal Henriques, do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), disse que o pré-aviso de greve se mantém "até que haja uma resposta definitiva dos associados da ANTRAM.

"Caso haja uma resposta positiva em relação ao que está em cima da mesa, terá de ser passado a escrito e assinado por ambas as partes. Só aí será desconvocada a greve", disse Pardal Henriques

MÁRIO CRUZ/LUSA

Os motoristas de matérias perigosas mantêm o pré-aviso de greve até que seja aceite pelos associados e escrito o acordo a que chegaram na madrugada de hoje com a Associação Nacional de Transportes Públicos de Mercadorias (ANTRAM).

Em declarações à agência Lusa, Pedro Pardal Henriques, do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), disse que o pré-aviso de greve se mantém “até que haja uma resposta definitiva por parte dos associados da ANTRAM e dos nossos associados”.

“Caso haja uma resposta positiva em relação ao que está em cima da mesa, terá de ser passado a escrito e assinado por ambas as partes. Só aí será desconvocada a greve”, acrescentou.

O responsável recusou avançar com valores a que o sindicato chegou no acordo com a ANTRAM, alegando compromisso de sigilo até anunciar aos associados, mas considerou que em cima da mesa está “uma vitória justa destes trabalhadores, como nunca tinha acontecido em Portugal”.

O acordo vai ser apresentado aos associados durante o fim de semana e o responsável disse esperar no início da semana conseguir chegar a uma conclusão e conseguir passar a escrito e assinar um acordo que, pela proposta em cima da mesa, representa “um reconhecimento efetivo do que é ser motorista de matérias perigosas em Portugal”.

A ANTRAM e o SNMMP chegaram na madrugada de hoje a um acordo de princípio, depois de na quinta-feira o sindicato ter entregado o pré-aviso de greve, prevista começar em 23 de maio, por tempo indeterminado.

O anúncio da nova greve surgiu um dia depois de a ANTRAM ter revelado que a associação patronal e o sindicato tinham acordado um pacto de paz social pelo prazo de 30 dias.

O caderno reivindicativo dos motoristas inclui, além de uma remuneração base de 1.200 euros, um subsídio de 240 euros e a redução da idade de reforma.

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