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PCP avança com “medidas urgentes” para o setor da saúde e “clarifica” que “não há nenhuma maioria de esquerda”

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Em relação ao Governo liderado por António Costa, Jerónimo de Sousa voltou a "clarificar", num almoço convívio, que "não há nenhuma maioria de esquerda".

LUÍS FORRA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa
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O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, anunciou hoje que o partido vai apresentar “medidas urgentes” na área da saúde, destacando-se a dispensa gratuita de medicamentos para doentes crónicos e a criação do Laboratório Nacional do Medicamento.

“Sendo a nova Lei de Bases da Saúde um importante instrumento para a defesa e reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS), a resolução dos problemas que se mantêm no acesso dos portugueses aos cuidados de saúde, exigem um conjunto de medidas urgentes, como as que o PCP apresentará brevemente”, disse.

A “dispensa gratuita” nas unidades de saúde do SNS e nas farmácias dos medicamentos para os doentes crónicos e para as famílias com carência económica, e para os doentes com mais de 65 anos, são algumas das medidas que vão ser apresentadas pelos comunistas, bem como o “aumento da disponibilidade” dos medicamentos genéricos e a “criação” do Laboratório Nacional do Medicamento.

O secretário-geral do PCP, que falava no decorrer de um almoço convívio de simpatizantes da Coligação Democrática Unitária (CDU) em Alter do Chão, no distrito de Portalegre, lançou ainda no decorrer do seu discurso várias críticas aos governos liderados nos últimos anos pelo PS e PSD em coligação com o CDS-PP.

Em relação ao Governo liderado por António Costa, Jerónimo de Sousa voltou a “clarificar” que “não há nenhuma maioria de esquerda”.

“E quando há por aí quem queira confundir situações e amalgamar tudo em matéria de responsabilidades governativas, é preciso continuar a clarificar para que não haja confusões. Não há nenhuma maioria parlamentar nem nenhum Governo de esquerda ou de maioria de esquerda, nem tão pouco há Governo apoiado pela CDU”, disse.

Para o secretário-geral do PCP, há medidas de um Governo que se forem justas e a favor do povo “são apoiadas” e há medidas que se forem negativas e prejudiciais ao país são “combatidas e recusadas” pelos comunistas.

Ao longo do seu discurso, Jerónimo de Sousa defendeu o aumento do salário mínimo nacional para 850 euros, assumindo ainda o “compromisso” de propor e de se “bater” para que na próxima legislatura as reformas e pensões tenham um aumento mínimo de 40 euros.

Jerónimo de Sousa, que também criticou a situação no BES, considerando tratar-se de um “poço sem fundo”, apelou ainda nesta deslocação a Alter do Chão ao voto na CDU nas próximas eleições legislativas, em outubro.

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