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Paulo Pedroso abandona o Partido Socialista

Este artigo tem mais de 2 anos

Antigo ministro anunciou que já não é militante do PS e deixou várias críticas à forma como o governo de António Costa trata o sindicalismo em Portugal.

Paulo Pedroso Ministro do Trabalho e da Solidariedade durante o governo de António Guterres
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Paulo Pedroso Ministro do Trabalho e da Solidariedade durante o governo de António Guterres

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Paulo Pedroso Ministro do Trabalho e da Solidariedade durante o governo de António Guterres

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

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O ex-ministro e ex-porta-voz do PS, Paulo Pedroso, escreveu este domingo na sua página do Facebook que se considerava um “socialista democrático, preocupado com o futuro do sindicalismo” e “desvinculado da militância partidária”. Esta frase sugeria que Pedroso já não é militante do PS, o que o próprio confirmou esta segunda-feira ao Expresso.

Na última semana o antigo ministro já tinha criticado de forma dura o ex-ministro Vieira da Silva e o presidente da câmara municipal de Lisboa, Fernando Medina, no caso da venda de imóveis da Segurança Social à autarquia abaixo dos preços de mercado.

No texto no Facebook, Pedroso fazia várias críticas ao PS, principalmente na sua relação com os sindicatos, destacando, por exemplo, que “nas últimas eleições, o programa eleitoral do PS em matéria de diálogo social era quase igual ao de qualquer partido democrata-cristão europeu”.

O antigo ministro lembrava ainda que “a escolha das listas de deputados (…) relegou os sindicalistas socialistas para fora do Parlamento”, o que vê como “o corolário lógico de um desvio pro-business que é visível na posição do governo face à legislação laboral e no desequilíbrio dado na atenção a empresas e a trabalhadores”. Paulo Pedroso diz ainda que “o desinteresse do PS pelo sindicalismo que se agravou desde que António Costa é Secretário-Geral e Primeiro-Ministro é motivo para quem não quer a desinstitucionalização das relações laborais pensar que via socialista é esta que a direção do PS de António Costa adotou, mas que ainda está muito a tempo de corrigir, no partido e no governo, embora já não na representatividade parlamentar.”

Este domingo, em entrevista ao Porto Canal, Carlos Silva, o secretário-geral da UGT, anunciou que não continuará à frente da central sindical por falta de apoio do PS.

Carlos Silva diz que não tem o apoio necessário do PS e não quer novo mandato na UGT

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