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Nasceu em Matosinhos, formou-se no principal clube da terra (Leixões), passou por Paredes e Famalicão antes de se mudar para o Sp. Espinho, subiu para o Sp. Braga, acabou a carreira de jogador no Algarve. Poucos se recordam mas Vítor Oliveira, o maior nómada de consumo interno do futebol português, foi médio do Portimonense nos anos 80, entre 1983 e 1985. A história não ficou por aí porque, na temporada seguinte, subiu a treinador da equipa, onde ficou duas épocas. Saiu em 1987, voltou em 2016, com a equipa na Segunda Liga. E subiu, claro, o que lhe iria valer um extenso artigo do jornal The Guardian. “Desde que começou, há 32 anos, teve 22 empregos em 17 clubes e subiu 10 vezes de divisão. Conheça o treinador que vai na quinta ascensão consecutiva”.

Famalicão-FC Porto. Defendi evita golo de Marega (0-0, 11′)

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