Os números divulgados pelo INE em fevereiro deste ano confirmaram uma tendência que vinha a consolidar-se desde 2013: no ano passado, os britânicos voltaram a representar a maior fatia das dormidas de turistas estrangeiros em Portugal. Entre todos os viajantes vindos de outros países, representaram 19,2% das dormidas.

O valor das receitas que geraram — quase 3,3 mil milhões de euros — não ajuda só a explicar o empenho do Governo português, nas últimas semanas, em convencer as autoridades políticas do Reino Unido a manter o país fora da lista negra das viagens. Também traduz o impacto que as restrições agora impostas poderão ter num setor que esperava que o desconfinamento e a abertura das fronteiras compensasse os meses do estado de emergência.

Reino Unido voltou em 2019 a ser principal mercado emissor de turistas para Portugal

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