Oooohhhh lálálá lálálá! Quando o espanhol Gil Manzano deu o apito final no Groupama Stadium e o Lyon fechou a vitória pela margem mínima frente à Juventus na primeira mão dos oitavos da Champions, ninguém ficou muito “preocupado” em Turim a propósito de uma eventual eliminação precoce da principal prova europeia. E nem mesmo com os últimos encontros totalmente falhados na Serie A esse sentimento afetou muito os bianconeri. Não que se considerasse que de repente a Vecchia Signora iria passar do oito para o 80 mas porque tem um nome que conta tudo o resto: Cristiano Ronaldo. O português e a Liga dos Campeões estão há anos numa relação e é ali, naqueles grandes palcos onde muitos costumam tremer, que se sente no seu verdadeiro habitat natural.

“Se dependesse de mim, só jogava os encontros importantes, aqueles da Seleção Nacional e da Champions. São esses jogos que trazem as atmosferas difíceis e uma maior pressão. Mas temos que ser profissionais, jogar e treinar bem todos os dias para honrar a nossa família e o clube que representamos e que nos paga. A idade é apenas um número, ter 34, 35 ou 36 não significa que esteja no fim da carreira. Aliás, consigo mostrar isso com as exibições que tenho conseguido fazer. A maneira como jogo, a forma como estou em campo, o quanto ainda me sinto bem, como penso o jogo de forma mais madura, tudo faz diferença”, disse numa entrevista à France Football.

Mais do que palavras, Ronaldo é uma pessoa e um jogador de atos. E só na Liga dos Campeões conseguia fazer uma verdadeira equipa de recordes, de um a 11, sendo que se fosse preciso um banco de suplentes também havia.

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