O precedente estava aberto. Este sábado, depois da eliminação nos oitavos de final da Liga dos Campeões, Maurizio Sarri foi despedido do comando técnico da Juventus e desde logo substituído por Andrea Pirlo. Em Camp Nou, na antecâmara da receção ao Nápoles, existia a ideia de algo semelhante poderia acontecer com o Barcelona e com Quique Setién. O treinador, porém, garantia que nem sequer tinha colocado essa possibilidade.

“Não me passou pela cabeça em nenhum momento que este seja o meu último jogo. Preparamo-nos para este jogo a pensar que vamos continuar. A equipa está bem definida desde há algumas semanas. A posição de alguns jogadores pode variar, mas a equipa eu já decidi. Pensámos em tudo, avaliando qual era a melhor opção para encarar este jogo, e escolhemos uma alternativa, que não significa que não possa ser alterada a qualquer momento”, explicou Setién na antevisão da receção ao Nápoles. E esta era uma segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões, disputada cinco meses depois da primeira, que começou desde logo envolvida em alguma polémica.

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