Vêm de locais distintos, vão para cursos diferentes, mas partilham um número em comum: 20 valores. Alice Lopes, Gonçalo Castro, Tiago Araújo e David Ramos, de 18 anos, são os quatro alunos que entraram este ano na Universidade do Porto (UP) com a nota máxima. O sucesso académico livrou-os da típica ansiedade para saber se tinham mesmo sido colocados (apesar de admitirem igualmente algum nervosismo) e deu-lhes a vantagem de escolher qualquer curso que desejassem.

Da Medicina aos cursos de Engenharia na UP, todos já tinham o caminho praticamente definido desde o início do secundário, mas na hora da candidatura não quiseram arriscar e preencheram quase todas as opções. Mesmo sabendo que tinham entrada garantida na primeira. Há uma receita específica para a excelência? “Não”, respondem. Mas há aspetos, como a organização e uma boa gestão do tempo, que ajudam a atingir esse objetivo, sem ter de abdicar de outras atividades. E se houve alguma pressão para terem bons resultados, garantem que veio deles mesmos.

Agora, prestes a começarem as aulas no Ensino Superior, os quatro alunos sabem que o caminho pode ser mais complicado, mas garantem que querem aproveitar tudo aquilo que a vida académica lhes pode dar. Se possível, com as melhores notas (novamente) à mistura.

Alice Lopes, Medicina (ICBAS)

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