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“Sinto-me bem nesta nova pele”

Graça Seco tem 62 anos e traz na sua pele as marcas de uma vida vivida em pleno. Apesar dos cuidados que tem, a pele madura não é para si um problema, mas antes uma nova fase da vida.

Rugas. Há quem as veja como sinal de sabedoria e de amadurecimento, e há também quem não as veja com bom agrado. A verdade é que elas são parte natural do processo de envelhecimento, podendo ocorrer por diversos fatores: diminuição da produção de colagénio e elastina na pele, perda de gordura, redução da atividade das glândulas sebáceas, exposição solar e outros fatores associados ao estilo de vida.

No quarto episódio de “Pele com pele”, conhecemos Graça Seco, para quem as rugas são “um percurso de vida vivido em pleno, com todos os cambiantes e todos os imprevisíveis”.

Parte I: A partida

“Tendo nascido em Moçambique, e desenvolvido uma personalidade positiva e enérgica, sempre gostei de viver intensamente no lado solar da vida. Enquanto adolescente e nos tempos de faculdade, a praia era de sol a sol, barrada com ‘proteção’ de creme de cenoura”, lembra Graça. Todos estes fatores aliados aos seus padrões de sono (a viver em “ritmo de coruja”) não têm sido os melhores amigos da sua pele — além do tempo em que foi fumadora. Por isso, Graça reconhece que, no que a fatores externos de envelhecimento da pele diz respeito, nem sempre foi a sua melhor amiga. Mas a genética também teve o seu peso: “Do lado da história da família materna, recebi uma pele com tendência a ser mista, com poros abertos e mil e um sinais e queratoses”.

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Os primeiros cuidados com a pele, começou a tê-los no início dos seus 20 anos, limpando-a, hidratando-a e protegendo-a mais do sol, ainda que não de forma regular e consistente. Porém, era um ponto de partida.

Parte II: A viagem

Os primeiros sinais de envelhecimento de Graça começaram por surgir por volta dos 44 anos. Quando olhava ao espelho, via uma pele mais baça, cada vez menos hidratada. Para cuidar dela, aconselhou-se com uma ​amiga farmacêutica, que logo lhe indicou a antiga gama Eucerin Vital. Mais tarde, juntar-se-iam os produtos da gama Eucerin Densifyer, entretanto também já substituída por novos produtos. Na altura, “esta combinação devolveu brilho e alguma elasticidade à pele”, recorda.

A nível psicológico, as alterações na sua pele tiveram impacto mais tarde, quando começaram a surgir as primeiras rugas, as manchas associadas à idade e a proliferação dos sinais: além de mexer com a sua autoestima, causaram, sobretudo, preocupação com a saúde da sua pele, passando a ser seguida por um dermatologista. “Nessa altura, passei a usar o Eucerin Elasticity, a que juntei, recentemente, o sérum da gama Anti-Pigment, que tem vantagens na questão das manchas de hiperpigmentação, controlando-as e impedindo o aparecimento de novas” , refere.

Parte III: A superação

As rugas e sinais de envelhecimento na pele nem sempre são bem recebidos. Sobretudo pelas mulheres. É uma marca da idade. Mas a personalidade forte e otimista de Graça fazem-na encarar as rugas de outra forma. Para Graça, importa, mais do que tudo, a saúde da pele. “Quando estava em exposição ao sol, protegia, muitas vezes, com uma peça de roupa. Agora, passei a usar chapéus de abas (que era coisa que não usava)”. Tudo para não agravar as condições da sua pele nem espoletar uma situação mais complicada, como o melanoma.

Além da proteção, Graça não dispensa a sua rotina de cuidado diário com a pele, na qual inclui limpeza, tónico, sérum, creme hidratante e de contorno de olhos. E, de vez em quando, faz uma esfoliação.

A chegada

Hoje, Graça tem uma relação feliz com a sua pele madura, sentindo-se bem com ela. E o significado que as rugas têm para si? “As mil e uma experiências que eu já tive na vida. Das experiências de alegria, de entusiasmo e de deslumbramento às experiências de dor, de perda, de sofrimento. As minhas rugas significam aquilo que é um percurso de vida vivido em plano, com todos os cambiantes e todos os imprevisíveis da vida”, remata. A vida de uma mulher madura, bem-disposta e sempre adepta do lado solar.

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