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Trump diz que "já não precisa e não quer mais a ajuda dos países da NATO"

Este artigo tem mais de 6 meses

Após ter visto o seu pedido aos aliados para participarem na guerra rejeitado, Trump diz não querer "mais a ajuda dos países da NATO", reiterando aliás "nunca" ter precisado desse auxílio e apoio.

epa12826172 US President Donald Trump gives remarks with a model stealth bomber on the Resolute Desk during an Executive Order signing event in the Oval Office of the White House in Washington, DC, USA, 16 March 2026. The order will formally launch a task force, led by Vice President JD Vance, to investigate fraud nationwide.  EPA/AARON SCHWARTZ / POOL
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▲A recusa de vários parceiros internacionais em aderir à operação evidencia divergências no seio das alianças ocidentais quanto à resposta ao conflito com Teerão

AARON SCHWARTZ / POOL/EPA

▲A recusa de vários parceiros internacionais em aderir à operação evidencia divergências no seio das alianças ocidentais quanto à resposta ao conflito com Teerão

AARON SCHWARTZ / POOL/EPA

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O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou esta terça-feira que os Estados Unidos “já não precisam” do apoio de aliados da NATO para a operação militar no estreito de Ormuz, após alguns países terem recusado colaborar.

“Os Estados Unidos foram informados pela maioria dos nossos ‘aliados’ da NATO de que não se querem envolver na nossa operação militar contra o regime terrorista iraniano”, escreveu Trump na rede Truth Social.

O chefe de Estado norte-americano acrescentou que Washington prescinde agora desse apoio, afirmando que “já não precisa e não quer mais a ajuda dos países da NATO”.

“Nunca precisámos dela”, sublinhou Trump, numa mensagem em que também referiu o Japão, a Austrália e a Coreia do Sul como países que rejeitaram o pedido de envolvimento.

As declarações surgem após um apelo recente dos Estados Unidos para que aliados participassem na reabertura e proteção do estreito de Ormuz, uma via estratégica para o transporte global de petróleo, no contexto da escalada de tensão com o Irão.

A recusa de vários parceiros internacionais em aderir à operação evidencia divergências no seio das alianças ocidentais quanto à resposta ao conflito com Teerão.

UE “sem vontade” para expandir missões navais para o Estreito de Ormuz

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