Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Lisboa-Porto-Celorico-Lisboa, mais concretamente a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa para o discurso — que se prevê de vitória eleitoral — de Marcelo Rebelo de Sousa. Este é o curtíssimo roteiro de campanha do Presidente-candidato que está em “vigilância passiva” depois de um contacto de baixo risco que, em plena campanha, lhe limita as ações. Não que ache que precise delas, dada a exposição mediática nos últimos cinco anos, mas campanha é campanha e a pandemia e as suas voltas obrigaram a deixar outros planos para trás. Uma coisa é certa: seria sempre em níveis (e gastos) mínimos, com o candidato e o seu carro ou, quando muito, o candidato, o motorista e o seu carro. E agora, em meia campanha apenas.

A ideia inicial — e num início com a pandemia mais controlada e sem estas limitações — era ir pontualmente ao Algarve, Alentejo, Lisboa, Porto, Minho e ilhas em 15 dias. A última semana tirou definitivamente a Marcelo este plano da cabeça. Já vinha de uma semana com um contacto positivo entre o seu staff em Belém que o deixou 14 dias em “vigilância passiva” (até ao dia 18), depois, na segunda-feira, testou positivo ao SARS-CoV-2.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.