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A matemática pode parecer estranha, mas é factual: em 2020, venderam-se menos livros. A pandemia chegou para fechar livrarias e nem com as feiras do livro a retoma aconteceu na totalidade. Ao mesmo tempo, este terá sido o ano em que mais lemos. O ano em que o livro (como a cultura em geral) foi o nosso melhor amigo, uma relação que manifestou de forma mais intensa, nervosa e necessária. Nem sempre seguindo a atualidade, nem sempre seguindo as tendências, mas com uma média de páginas superior, mais pessoal, menos partilhada.

O balanço literário do Observador, assinado por quem por aqui habitualmente escreve sobre literatura, é disso reflexo: a unanimidade não está nos títulos, aí não existe de todo. O encontro de vontades está na procura heterogénea, na surpresa da diversidade e também na busca por respostas, que por norma só encontramos nos livros. E estes são os nosso 45 favoritos do ano.

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