Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Eutanásia: votações já decorrem

    Já estão a decorrer as votações do diploma da eutanásia. Primeiro vão ser votadas as alterações e depois a aprovação final do diploma.

  • Volte-face no PSD. Rui Rio admite "comprimir tudo" e antecipar diretas

    O líder do PSD está disposto a ir a votos mais cedo e vai pressionar Rangel a antecipar diretas no partido. Em entrevista, Rio confirma que se perder as próximas legislativas, deixa a direção do PSD.

    Volte-face no PSD. Rui Rio admite “comprimir tudo” e antecipar diretas

  • "Portugueses não votam em quem grita mais." Rui Rio defende estratégia low profile

    Rui Rio defende uma estratégia low profile para ir a eleições e compara os resultados das legislativas com os das europeias para mostrar que é diferente do seu adversário.

    “Paulo Rangel vai às europeias e usa estratégia de atacar o Pedro Marques e António e teve 22%. A seguir vou com situação mais pausada, mais low profile, como deve ser, e tive 28%. Mais 6% em quatro meses. O CDS usa a mesma linguagem e a mesma forma que Paulo Rangel tinha usado e atirou com o CDS para os 4% ou 5%”, explica o líder do PSD.

    Antes, Rio tinha dito que os portugueses não escolhem quem dá mais nas vistas: “Os portugueses não votam para primeiro-ministro aquele que diz pior do primeiro-ministro em funções ou o que grita mais. Votam naquele que veem como um potencial primeiro-ministro e não em quem diz muito mal do outro.”

  • Parlamento marca trabalhos até 26 de novembro. Dissolução atirada "para o fim do mês"

    No final da conferência de líderes, no Parlamento, a socialista Maria da Luz Rosinha, explica que ficam agendadas iniciativas até dia 26 de novembro, mas a 17 haverá nova reunião para “afinar o que for necessário”.

    No dia 10, há um agendamento da IL sobre o cartão do adepto. No dia 11, outro do CDS sobre as medidas de flexibilização das penas de prisão por causa da Covid-19. A 12, por iniciativa do PAN, projetos de lei sobre a tutela dos animais vertebrados e um projeto do PS sobre a lei eleitoral.

    Depois, a 17, debate agendado pelo PCP ainda sem tema definido e espaço para agendamento de iniciativas que o Governo queira incluir, e que já foram aprovadas em Conselho de Ministros. A 18, um agendamento do BE, a 19 outro do PSD, a 24 do PEV e a 25 do PS, ainda sem temas. Por fim, a 26, serão feitas as votações.

    A dissolução será assim atirada “sensivelmente para o fim de novembro”, diz Rosinha, mas data concreta “só depois de decreto ser publicado” por Marcelo.

  • "Se o PSD fizer o que eu disse, o PS não ganha"

    Rui Rio está certo de que, se o PSD estiver forte, os socialistas não ganham as eleições legislativas antecipadas. “Se o PSD fizer o que eu disse, o PS não ganha, está desgastado”, atira, acrescentando que o partido liderado por Costa “está em condições de perder”.

    “Nós estamos em condições de entrar? Temos de fazer por isso”, reitera.

  • "Ou sou primeiro-ministro ou é a última eleição da minha vida"

    “Ou sou primeiro-ministro ou é a última eleição da minha vida”, admite o líder do PSD, sugerindo que se não vencer estas eleições antecipadas deixa de estar à frente dos sociais-democratas.

    Tendo em conta o cenário que existe neste momento, Rio acredita que “quanto mais tumulto houver” no PSD, “mais beneficia o PS”. Aos olhos do líder do PSD, o próprio está “avançadíssimo” no processo necessário para as eleições e “preparado para governar”, com “sentido de responsabilidade”.

  • Volte-face no PSD. Rui Rio admite "comprimir tudo" e antecipar diretas

    Rui Rio explica que ainda pode tentar “comprimir tudo” para “não dar vantagem ao PS”, porque as “guerras internas” beneficiam o partido liderado por António Costa.

    “Vou fazer um exercício para comprimir isto tudo para fazer diretas e congresso para não dizerem que fujo de eleições e que democracia está suspensa”, explica.

  • Rio pede ponderação e lembra que "se o Congresso do PSD for feito na data normal é em fevereiro"

    “Se o Congresso do PSD for feito na data normal é em fevereiro”, esclarece o líder do PSD, enaltecendo que foi o próprio a prever a crise política e que o mandato que venceu só termina nessa data.

    Rui Rio esclarece que adiar as eleições servia para o partido “estar focado e substituir o Governo do PS”.

    “O PSD vai perder o mês de novembro enquanto o PS vai fazer campanha e os outros partidos também, depois perde o mês de dezembro com congresso e listas e só está focado em janeiro”, explica, dizendo que o que tem andado a fazer é pedir “ponderação” aos militantes para que entendam o que diz ser melhor para o país.

    “Estou numa missão, meti-me nesta missão e tenho obrigações. Estou a chamar a atenção para a balbúrdia que vai ser o PS preparar as eleições [a partir de novembro] e nós só em janeiro”, reitera. “Costa tem um mês e meio de vantagem sobre nós.”

    O líder do PSD pede “bom senso” aos militantes do partido, por este ser um bem escasso, mas também “calma” aos que “têm os nervos à flor da pele”.

  • "Está decidido e há que ir em frente", diz Rio sobre eleições a 30 de janeiro

    Rui Rio reage à data escolhida por Marcelo Rebelo de Sousa, depois de ter sugerido 16 de janeiro, e diz que 30 de janeiro “está decidido e há que ir em frente”.

    “O Governo que entrar tem três meses para apresentar o Orçamento de Estado. Governo vai tomar posse para o meio de fevereiro e não teremos Orçamento antes de junho, para não dizer julho”, argumenta, frisando que estas “decisões não devem atender às questões dos partidos”.

    Questionado sobre as últimas ocorrências entre Presidente da República e o PSD, nomeadamente a audiência a Paulo Rangel, o líder do PSD recusa voltar a falar sobre o tema.

  • "CDS está em estado de sítio". Nuno Melo confirma apresentação de outra impugnação e espera "anulação de todas as deliberações"

    Reagindo já à intervenção da porta-voz do CDS-PP, Cecília Anacoereta Correia, Nuno Melo diz que a única forma de “pacificação no CDS é em Congresso”.

    “O CDS não se pacifica sem congresso, os militantes querem ter uma palavra a dizer. Tínhamos listas apresentadas em todo o país. O partido não aceita outra coisa que não seja o congresso para a pacificação”, diz acrescentando que o “CDS está em estado de sítio” e que esse “tumulto interno” foi “provocado pelo facto de os militantes não se poderem manifestar”.

    Em declarações à Rádio Observador, Nuno Melo acrescenta que apresentou uma nova impugnação ao tribunal do partido e espera que esta leve à “anulação de todas as deliberações” do Conselho Nacional.

    Nuno Melo diz que Rodrigues dos Santos “está a pôr todas as fichas na caridade do PSD”: “pode valer-lhe quatro ou cinco deputadas mas isso é trágico para um partido fundador da democracia”.

    Não só pelo estado de sítio em que deixou o CDS, mas pela fraqueza em que deixará o universo eleitoral o que este presidente representa é o pior momento da história do partido”, afirmou.

    Ouça aqui as declarações de Nuno Melo à Rádio Observador.

    Nuno Melo: “O CDS está em estado de sítio”

  • "Com o PS não haverá vazio de poder", garante Carneiro que cola apelo do partido ao deixado por Marcelo

    Agora a reação do partido do Governo, o PS, com o secretário-geral adjunto José Luís Carneiro a declarar que o “PS tudo tem procurado fazer para dar resposta aos problemas dos portugueses e tudo fez para evitar a crise política” e que “tentou até ao limite”, diz.

    “Os partidos rejeitaram as propostas do Governo sabendo que o Presidente convocaria eleições”, argumenta atirando a responsabilidade para o PCP e o BE. Diz que o PS respeita “a decisão do Presidente” e a data escolhida que considera que “permite que todos possam participar ativamente e conscientemente na campanha eleitoral”.

    José Luís Carneiro resume ainda que o Governo do PS “apresentou uma boa proposta de Orçamento” que “previa mais investimento público”, “tinha apoios muito significativo para as empresas e para o conjunto da economia” e que, agora, “com o PS não haverá vazio de poder. Procuraremos que a situação prejudique o menos possível o interesse de Portugal, tudo faremos para garantir a atempada e eficaz aplicação dos fundos europeus e de manter o país em condições de recuperar a economia”.

    Por fim, cola-se ao Presidente da República ao apelar à “forte mobilização dos portugueses para garantir certeza, confiança e estabilidade, fatores essenciais para o país”. A expressão que Marcelo usou para definir o que o país precisa foi esta: “Há momento assim, em que a certeza, a segurança e a estabilidade são ainda mais importantes para a vida das pessoas”.

    Ouça aqui as declarações.

    “Com o PS não haverá vazio de poder”

  • CDS: "País merece que contribuamos para uma alternativa à esquerda"

    Sem querer responder ao pedido feito por Nuno Melo, a porta-voz do CDS-PP Cecília Anacoreta Correia disse esta noite que o “CDS está a precisar urgentemente de chegar ao coração dos portugueses” e que o “país merece” que o partido contribua para “uma alternativa à esquerda”.

    Dado como certo é, para já, que será Francisco Rodrigues dos Santos a liderar todo o processo de elaboração de listas e programa político para as eleições de 30 de janeiro: “Francisco Rodrigues dos Santos é o líder do CDS, tem mandato até ao dia da entrega das listas, das eleições e permanecerá até ao dia em que foi substituído”.

    Questionada sobre o facto de o mandato de Rodrigues dos Santos terminar no dia 26 de janeiro, quatro dias antes das eleições, Anacoreta Correia lembra precedentes abertos por Paulo Portas: “Paulo Portas teve mandatos que se estenderam até 27 meses, um partido não fica órfão por causa da realização de eleições”.

    Temos apenas seis semanas para preparar todo um processo de campanha eleitoral que é particularmente importante para o nosso partido. Temos de nos concentrar e desenvolver esforços para que consigamos chegar aos portugueses e recuperar a confiança de tantos eleitores que em 2019 optaram por não confiar o seu voto ao CDS”, disse ainda lembrando que a eleição de novo líder terá lugar já depois das legislativas.

    Ouça aqui as declarações.

    “Francisco Rodrigues dos Santos é o líder e permanecerá legitimado até ao dia em que for substituído”

  • Nuno Melo diz que "havia mais do que tempo" e faz "último apelo" a Francisco Rodrigues dos Santos

    Depois do anúncio das eleições para o fim do mês de janeiro, Nuno Melo, candidato à presidência do CDS-PP, considera que “havia tempo mais do que suficiente” para a realização do congresso a 27 e 28 de novembro, a “aprovação de uma moção de estratégia global” e o “legitimar da direção” antes da campanha.

    “O adiamento do congresso por receio da derrota, quando dois candidatos estavam anunciados, a 24 horas da eleição de delegados, foi um erro que trouxe grande perturbação e indignação interna e está a custar muito caro ao CDS”, reitera o eurodeputado.

    No mesmo sentido, Melo insiste ainda que “quando se realizarem as eleições legislativas a atual direção do CDS já não estará em mandato e o partido não terá qualquer estratégia aprovada que legitime a estratégia para as legislativas”.

    Apesar da guerra interna no partido, Nuno Melo faz um “último apelo” a Francisco Rodrigues dos Santos “para bem” do partido e do país: “Ajude a pacificar o CDS da única forma possível.”

    O democrata-cristão sugere que se elejam os delegados no próximo fim de semana e que se realize o congresso nas datas agendadas.

  • PEV insiste que "havia outros instrumentos" e critica data escolhida por Marcelo

    Para o PEV, “existiam outros instrumentos” que não a dissolução do Parlamento. A deputada Mariana Silva regista que “não se permitiu que eleições fossem o mais rápido possível”, a 16 de janeiro, para que haja rapidamente novo Orçamento. Neste momento, insiste, o OE2021 tem de ser cumprido.

    “Consideramos que nos últimos seis anos fizemos um trabalho meritório para devolver direitos aos portugueses e travar a ofensiva de direita”, remata.

    Ouça aqui as declarações.

    PEV. Não ter um Orçamento “afinal já não é assim tão preocupante”

  • PAN diz que data "acautela" principais preocupações

    Segue-se, no Parlamento, o PAN, com a líder da bancada Inês Sousa Real a lembrar que defendeu que os portugueses possam ter um Orçamento o quanto antes e que devia ser dado tempo ao Parlamento para concluir processos eleitorais em curso. Assim, a deputada considera que a data “acautela que a campanha não colide com o Natal e o Ano Novo e permite que todos os partidos possam participar de forma democrática”.

    “PAN não deixará de dizer ‘presente’” neste acto eleitoral, diz a deputada repetindo que “esta crise era algo que os portugueses não desejavam”.

    Ouça aqui as declarações.

    PAN. Data “permite que todos os partidos possam participar de forma democrática”

  • Ventura "compreende" escolha da data e garante que era "impossível" manter maioria de esquerda

    André Ventura, do Chega, diz que esta “não era a data” que o partido preferia mas “compreende” a decisão de Marcelo e os argumentos para evitar que a campanha se cruze com o período das festas. “É aceitável”.

    “Ficou claro a quem o Presidente apontou o dedo, ao falar de divergências menores que se tornaram maiores, ao dar o seu próprio exemplo enquanto líder do PSD. Esses responsáveis são o Governo do PS e os parceiros que durante anos viabilizaram os Orçamentos”. Ventura acrescenta que o Chega “não fez nem nunca faria parte” da geringonça e concorda que com o “nível de divergência assumido” durante o debate “tornava-se impossível manter esta maioria”. Se não fosse agora seria daqui a uns meses, defende. “Esteve bem o Presidente em devolver a palavra ao povo. Estamos mais do que preparados para eleições, há muito tempo”.

    Ouça aqui as declarações.

    Chega. “O Presidente deixou claro: responsáveis pela crise política são o PS e os parceiros”

  • Bloco atira culpa da crise para Costa. "Não foi pelo BE que houve crise"

    No Parlamento segue-se o líder da bancada do Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares, que lembra que há eleições mas não por vontade do partido e aproveitando dizer que “não foi pelo Bloco de Esquerda que houve uma crise”, responsabilizando Marcelo e Costa por isso.

    Quanto à data, Pedro Filipe Soares diz que “da mesma forma que ninguém percebeu que o primeiro-ministro quisesse uma crise política (…) também ninguém compreenderá que se faça uma guerra política em torno da data das eleições”.

    Ouça aqui as declarações.

    BE. “Não foi pelo Bloco de Esquerda que houve crise”

  • IL concorda com Marcelo: solução política "ruiu" e 30 de janeiro é data mais "razoável"

    João Cotrim de Figueiredo, líder da Iniciativa Liberal, diz que Marcelo fez três leituras que estão de acordo com o que o partido acha: que a solução política “ruiu” por razões “profundas” e que é “urgente” dar voz aos portugueses; que a campanha não deve coincidir com “o quadro festivo”, porque não ajudaria ao esclarecimento dos portugueses; e que, chegados a uma crise que “ninguém desejava”, é preciso encarar a situação com “normalidade, serenidade e esperança”.

    A IL concorda que 30 de janeiro é a data “mais razoável e ponderada” para as eleições. “Da nossa parte, ficará claro que temos para oferecer alternativas de governação ao país”.

    Ouça aqui as declarações de João Cotrim de Figueiredo.

    IL. “Solução governativa que tivemos desde 2015 ruiu”

  • PCP considera que quando Parlamento for dissolvido, Governo fica limitado nos seus poderes

    “O Governo está em plenitude de funções”, responde o deputado do PCP quando questionado sobre os poderes do Executivo nesta altura. Neste momento a Assembleia da República também não está dissolvida e que a partir do momento em que estiver, isso “constitui uma limitação aos poderes do próprio Governo” — mesmo que não se demita, coisa que o primeiro-ministro já disse que é o que acontecerá.

  • PCP diz que data é "tardia" e que Marcelo cedeu às "conveniências" de candidaturas da direita

    No Parlamento, o PCP é o primeiro a reagir à marcação de legislativas antecipadas, com o deputado António Filipe a afirmar que “é uma data incompreensivelmente tardia” e que “entra em contradição” com o próprio Presidente que queria eleições “o mais rápido possível”.

    O deputado comunista considera que as eleições “não podem esperar”, pelo que “não se compreende que não sejam marcadas para o mais curto prazo possível”.

    “Ao decidir protelar até ao fim de janeiro dá a ideia de estar a pôr à frente dos interesses nacionais conveniências de candidaturas às lideranças da direita”, disse ainda o comunista tendo nas entrelinhas as eleições diretas do PSD que ocorrerão em dezembro e onde um dos candidatos, Paulo Rangel, pediu eleições para mais tarde. O deputado considera mesmo que, com isto, Marcelo acaba por adiar a “resolução de problemas nacionais”.

    Ouça aqui as declarações.

    PCP. Data de eleições “em nome da conveniência de candidaturas a lideranças partidárias”

1 de 4