Enquanto dormia… |
… O Observador viajava até ao mundo de Gustavo Santos. O dançarino que virou apresentador e acabou influencer anti-vacinas quer “Acordar Portugal” — e diz-se pronto para morrer por essa missão. O movimento que criou está sob o radar das autoridades, e é visado pela Ordem dos Médicos e pela Ordem dos Enfermeiros. “Não tenho medo. Podem até, no limite, tirar-me a vida. Matam o homem, mas não matam a alma. Estarei lá em cima a guiar e reencarnarei com mais força”, diz ao Observador. |
Destaque também para a luta da Igreja Católica para conquistar as redes sociais. Perante a multiplicação de influencers católicos nas redes sociais, uma nova “Rede Nacional dos Missionários Digitais” quer reuni-los e impulsionar a capacidade de comunicação digital da Igreja. |
Na Política, um olhar sobre o que está em causa na ‘Lei do Retorno’. O Governo queria aumentar tempos máximos de detenção, agilizar expulsão de migrantes em situação irregular e eliminar recursos abusivos. O Presidente da República enviou o diploma para o Tribunal Constitucional, que tem agora 25 dias para decidir. |
No plano internacional, nota para a situação política na Alemanha e para aquilo que pode ser o fim iminente de Friedrich Merz. O Chanceler renovou Governo, mas gerou polémica no Ministério da Saúde e há setores da CDU que já pedem novo líder. As eleições regionais podem ser o fim de linha para um líder que vai tendo uma taxa de reprovação histórica na Alemanha. |
O Observador publica ainda excertos de “Eu, Giorgia”, autobiografia da primeira-ministra italiana. No poder desde 2022, Meloni tem feito um percurso muito diferente do que as suas origens pareciam indiciar. Membro dos Fratelli d’Italia (Irmãos de Itália), tem mantido no poder o conservadorismo das suas ideias, mas não adoptou um registo de confrontação face a Bruxelas; depois da invasão da Ucrânia deixou de defender a aproximação à Rússia e as relações com Donald Trump têm tido altos e baixos. |
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