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Se a primeira década deste século foi marcada pelo terrorismo, as restantes serão definidas pela questão chinesa. Na arena internacional, quando o confronto direto cai, cresce a importância do longo-prazo. Isso vê-se no estabelecimento das prioridades, por exemplo, do Departamento de Estado norte-americano e também no despontar de preocupações geopolíticas no seio da União Europeia. Poderá falar-se, ou pelo menos perguntar-se, se há um regresso da estratégia às relações internacionais.

No fim-de-semana em que Augusto Santos Silva veio, mais uma vez, relativizar a iniciativa Belt and Road, Miguel Monjardino diagnosticou no Expresso uma dialética que auxilia o debate: por um lado, a visão estratégica (“dominante na região euro-atlântica”) e, por outro, a visão geoeconómica (de “ambições industriais, económicas e financeiras”).

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