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O assassinato da família czarista russa na noite de 15 para 16 de Julho de 1918, há exactamente cem anos, nada tem de extraordinário se tivermos em conta os milhões de pessoas que foram mortas pelo regime comunista soviético, mas, um século depois, esse acto continua a provocar acesas discussões, pois ainda são muitos aqueles que pretendem explicar o impossível.

Nessa noite os comunistas assassinaram a tiro toda a família do czar Nicolau II; esposa, quatro filhas e um filho, bem como alguns dos que os acompanhavam, num total de onze pessoas.  O crime foi cometido na cidade de Ekaterimburgo, nos Urais, mas os restos mortais enterrados numa floresta dos arredores para esconder o rasto do crime.

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