Ana Matos Fernandes, socióloga de formação e rapper por talento e paixão, é um dos nomes proeminentes no hip hop português. Nascida no Porto (na Cedofeita), faz da música a sua principal ocupação, e já tem dois EPs, mixtapes, muitas colaborações, e dois álbuns editados.

Este segundo LP saiu em março, chama-se “Sereia Louca” (ou “serei a louca”, como se pode ler na sua página oficial), e é um disco com duas partes: a primeira com temas originais produzidos por D-One, Conductor, Ride, Stereossauro, Xeg e Serial e com as vozes de Gisela João, Aline Frazão e M7; a segunda com seis versões acústicas de músicas de trabalhos anteriores, com Mistah Isaac e They’re Heading West.

Numa entrevista recente a Carlos Vaz Marques, fala-nos do seu percurso e do novo álbum, rico e diverso, um grito fundamental no alinhamento dos discos portugueses deste ano. Capicua é uma artista que não vamos perder de vista.

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