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Fevereiro foi um mês recheado em discos: de álbuns completos, os outrora chamados LP, e de mini-álbuns, isto é, EP. No jazz, destacamos novos discos de dois veteranos com longas carreiras, os norte-americanos Charles Lloyd e Pat Metheny, mas também o fulgor do jovem português João Barradas, que provou ser já não um talento emergente mas um talento cuja maturidade é revelada na plenitude no novo disco Portrait.

Passamos também pelo indie-rock dos Real Estate, pelo psicadelismo dos Tame Impala, pelo novo disco do inclassificável King Krule, pela folk de Six Organs of Admittance e pelo exercício de reinvenção do último álbum de Gil Scott-Heron, feito pelo músico e produtor de Chicago Makaya McCraven.

Terminamos já com dança, com as batidas eletrónicas de Da Chick, Caribou, Nicolas Jaar (com o seu projeto Against All Logic), Grimes e Pongo (antiga vocalista dos Buraka Som Sistema).

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