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“O velho do Restelo”, de Manoel de Oliveira, estreia em Portugal em dezembro

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Depois da estreia mundial, esta terça-feira, no Festival de Veneza, "O velho do Restelo", vai estrear em Portugal a 11 de dezembro.

O filme estreia no dia em que Manoel de Oliveira faz 106 anos

ESTELA SILVA/LUSA

O novo filme de Manoel de Oliveira, “O velho do Restelo”, que teve estreia mundial esta terça-feira no Festival de Veneza, vai estrear-se em Portugal a 11 de dezembro, revelou à agência Lusa a produtora O Som e a Fúria.

De acordo com o produtor Luís Urbano, a curta-metragem irá ser exibida a 11 de dezembro no Cinema Ideal, em Lisboa, e no mesmo dia no Teatro Rivoli, no Porto, no âmbito do festival de cinema Post Doc.

“O velho do Restelo” teve estreia mundial ao início da tarde de hoje, no Festival Internacional de Cinema de Veneza, depois de ter sido apresentado na segunda-feira à imprensa internacional, no mesmo certame.

Manoel de Oliveira – que recebeu um Leão de Ouro de carreira em Veneza, em 2004 – reúne, neste novo filme, num banco de jardim do século XXI, personagens e escritores históricos: Dom Quixote, Luís Vaz de Camões, Teixeira de Pascoaes, Camilo Castelo Branco.

A produtora, na apresentação da obra, define-a como “um mergulho livre e sem esperança na História tal qual a conhecemos, com um sedimento fértil na memória de Manoel de Oliveira”.

As personagens são interpretadas por Luís Miguel Cintra (Camões), Ricardo Trepa (Dom Quixote), Diogo Dória (Teixeira de Pascoaes) e Mário Barroso (Camilo Castelo Branco).

Na equipa técnica estão colaboradores de longa data de Manoel de Oliveira, como Renato Berta, na fotografia, Henri Maïkoff, no som, Christian Marti, na decoração, Adelaide Trêpa, no guarda-roupa, e Valérie Loiseleux, na montagem.

O novo filme do cineasta português de 105 anos é uma produção de O Som e a Fúria, em coprodução com a distribuidora Francesa Epicentre Films, entidade que distribui os filmes de Oliveira em França, desde “Cristóvão Colombo, O Enigma” (2008).

A rodagem teve início em abril deste ano, no Porto, cidade onde o cineasta nasceu, em 1908, tendo criado até hoje mais de três dezenas de filmes.

A 71.ª edição do mais antigo certame internacional dedicado ao cinema decorre até ao próximo sábado, 6 de setembro. O festival encerra com a entrega dos prémios – Leões de Ouro e de Prata – aos filmes em competição e com a exibição de “The Golden Era”, de Ann Hui.

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Tu, a mim, não me tratas por tu! /premium

Laurinda Alves
290

“Campeões” é um filme imperdível pelo humor explosivo e pelo amor redentor. Não temos pena de ninguém, não achamos ninguém estranho, não temos rótulos para os personagens, rimos quando nos fazem rir.

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