Primeiro a simulação, depois a eventual concretização. A nova missão da NASA vai testar como é viver em Marte, através de uma simulação que se prevê durar um ano. O objetivo é treinar e preparar equipas, para o caso da missão real acontecer.

Assim, para perceber de que forma o isolamento pode afetar uma equipa, a Universidade do Hawai leva a cabo várias experiências.  Nestes testes, pequenas equipas são fechadas numa instalação que simula o ambiente vivido no planeta vermelho. O teste mais longo começou neste fim-de-semana e vai durar um ano inteiro.

O ambiente em Marte é simulado através de uma cúpula colocada a quase 2.500 metros acima do nível do mar, no vulcão Mauna Loa no Hawai, que será o sítio na Terra com o ambiente mais parecido com o marciano.

A equipa, avança o site NDTV é composta por seis pessoas: quatro americanos (um piloto, um jornalista e cientista e um arquiteto), um francês (astro biólogo) e um alemão (físico). Estes só podem comunicar com o exterior através de aparelhos electrónicos. E a simulação segue tudo à risca: a comunicação não será imediata e sofrerá um delay para representar a dificuldade de comunicar entre dois planetas tão distantes.