Rádio Observador

Barclays

Depois do banco, Barclays vende cartões de crédito a empresa espanhola

O Barclays vendeu a unidade ibérica de cartões de crédito ao Bancopopular-e, uma instituição espanhola detida pela Varde Partners e pelo Banco Popular.

Mario Cruz/LUSA

O Barclays anunciou esta quinta-feira a concretização de um acordo vender do negócio Barclaycard em Portugal e Espanha ao Bancopopular-e, uma instituição espanhola detido pela Varde Partners (51%) e pelo Banco Popular Español, S.A (49%).

Em comunicado, o banco inglês, que já vendeu no ano passado as suas operações de retalho em Portugal ao também espanhol Bankinter, justifica esta alienação com o argumento de que o negócio ibérico, apesar de atrativo, não está alinhado com a estratégia de se focar em territórios-chave. As operações vendidas foram consideradas não estratégicas para o banco inglês.

Os ativos da operação ibérica de cartões de crédito estão avaliados em 1.000 milhões de libras e o preço de venda incorporou um pequeno prémio sobre o valor contabilístico, mas não foi revelado. Os clientes e colaboradores serão também transferidos para o Bancopopular-e. A conclusão da transação está ainda sujeita à aprovação dos reguladores, prevendo-se que esta ocorra até ao final do ano.

O Barclays sublinha ainda que a transação não tem impacto nos negócios de Corporate e Investment Banking em Portugal e Espanha, que continuam a ser ativos importantes dentro do Grupo Barclays.

Jes Staley, presidente executivo do Barclays, afirma “Estou extremamente satisfeito com a rapidez com que continuamos a reduzir a nossa exposição de Non-Core e custos. A nossa operação de cartões de crédito em Portugal e Espanha é um excelente negócio, com uma equipa altamente talentosa e dedicada, mas que já não se adapta na nossa ambição estratégica. Estou certo que continuarão a prosperar como parte do negócio do Bancopopular-e.”

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: asuspiro@observador.pt
Eleições

Eis o social - ismo

Luís Areias

O mais grave é que, tipicamente, o Estado não só não se preocupa em economizar, pois os recursos não foram ganhos com suor mas sim tirados coercivamente aos contribuintes, como nunca maximiza o valor.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)