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Vila Nova de Gaia

Socialistas Eduardo Vítor Rodrigues está disponível para recandidatura a Gaia

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O socialista Eduardo Vítor Rodrigues mostrou-se disponível para uma recandidatura à presidência da Câmara de Vila Nova de Gaia, considerando que merece "a oportunidade de mostrar" que é "capaz de investir e manter a casa em ordem".

O presidente da câmara de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, falava aos jornalistas à margem de uma Assembleia Municipal

ESTELA SILVA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O socialista Eduardo Vítor Rodrigues mostrou-se disponível para uma recandidatura à presidência da Câmara de Vila Nova de Gaia, considerando que merece “a oportunidade de mostrar” que é “capaz de investir e manter a casa em ordem”.

Acho que é evidente para toda a gente que o que estamos a fazer está sustentado numa estratégia que vai para além deste mandato. Se depender de mim e se daqui a meio ano eu fizer a avaliação que faço hoje do meu trabalho, que pode ser sempre questionado mas que tem opções muito claras e muito transparentes, diria que tenho muito gosto em continuar”, disse, esta noite, Eduardo Vítor Rodrigues.

O presidente da câmara de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, falava aos jornalistas à margem de uma Assembleia Municipal, na qual foi confrontado numa das intervenções do público com a possibilidade de se assumir com candidato nas eleições autárquicas de 2017.

Na sessão Eduardo Vítor Rodrigues – que venceu o ato eleitoral de 2013, tendo sucedido a Luís Filipe Menezes (PSD) e garantido maioria – respondeu: “O que posso dizer é que estarei disponível para em 2017 defender Gaia e os gaienses”.

Mas após a reunião, reiterando que “não está amarrado à política” e que “esta coisa do nacional nem sequer faz parte” dos seus objetivos, considerou que merece a oportunidade de realizar um segundo mandato.

“Julgo que o município está em francas condições para justificar que se promova a segunda etapa do mandato. E acho que mereço ser recandidato e governar a cidade por mais quatro anos”, afirmou, justificando com o facto de ter passado, segundo referiu, “quatro anos de sofreguidão financeira e sem nenhum incentivo nomeadamente no que se refere ao quadro comunitário”.

“Depois de ter posto a casa em ordem, acho que mereço a oportunidade de mostrar que, com a casa em ordem, sou capaz de investir e manter a casa em ordem”, concluiu.

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