Rádio Observador

Pinto da Costa

Vídeoárbitro só tem servido para cobrir os “falhanços dos árbitros” nos jogos do Porto

440

Presidente do Porto defende fim imediato do vídeoárbitro que, diz, só tem trazido coisas negativas para o clube. Em entrevista ao Jogo, Pinto da Costa diz que investigação aos mails moraliza futebol.

JOSÉ COELHO/LUSA

Pinto da Costa diz que o vídeoárbitro “só tem servido nos jogos do FC Porto para dar cobertura aos falhanços dos árbitros”. Em entrevista ao jornal Jogo, o presidente do Futebol Clube do Porto faz um balanço negativo deste dispositivo que começou a ser utilizado pela primeira vez este ano na liga principal.

Para o dirigente desportivo, o VAR (sigla do vídeoárbitro) “trouxe alguma coisa de positivo para alguns e só negativos para outros. E ilustra com casos que aconteceram nos jogos do Porto, como o penálti dos Desportivo das Aves e o penálti de Luisão (no jogo entre o Benfica e o Porto), lances em que o VAR “estava distraído”. Para Pinto da Costa, estes eram dois penáltis “indiscutíveis”, mas o árbitro não teve dúvidas do contrário e não recorreu ao vídeoárbitro. Casos que o levam a defender, neste momento, o fim imediato do VAR.

Sobre os polémicos mails incriminadores para dirigentes do Benfica, Pinto da Costa defende que a sua entrada às autoridades contribuiu para a moralização do futebol. Lembrando os comentadores que diziam que estas comunicações não existiam, o presidente do Futebol Clube do Porto sublinha nesta entrevista longa ao Jogo cuja primeira parte é publicada esta sexta-feira e o resto sábado.

Não podíamos estar calados e assistir àquelas bandalheiras e àqueles compadrios que os emails demonstram que existiam. Esquecer o que aconteceu com um árbitro, que o Conselho de Arbitragem considerava o número 1, e por isso deu-lhe a final da Taça de Portugal, mas depois desce de divisão porque o Benfica não ganhou ao Rio Ave? Isto num jogo em que nem casos houve. Íamos estar calados para isto continuar a acontecer?”

O dirigente criticou ainda o secretário de Estado do Desporto e o presidente do Instituto Português de Desporto por dizerem que está tudo bem com o futebol, exemplificando com os atos atribuídos à claque do Benfica que Pinto da Costa diz ser “ilegal” e que “faz trinta por uma linha, que já matou dois cidadãos, que já agrediu um juiz de linha durante um FC Porto-Benfica, que faz tudo o que lhe vem à cabeça”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)