Há 400 estudantes estrangeiros e 100 portugueses que vão estar entre 15 de julho e 3 de agosto a transformar uma ideia de negócio numa startup em Cascais, na segunda edição do European Innovation Academy (EIA) no país. A iniciativa conta com uma metodologia desenvolvida por representantes da Universidade de Berkeley, da Universidade de Stanford e da Google.

A segunda edição portuguesa daquele que é o maior programa universitário de aceleração em inovação digital da Europa vai contar com a maior delegação de sempre da Universidade de Berkeley, que trará cerca de 100 alunos para desenvolverem os respetivos projetos em Portugal, durante três semanas. Na edição deste ano, o número de estudantes estrangeiros duplica face ao ano passado — passa de 200 para 400.

Além de fomentar o empreendedorismo, um dos objetivos do programa é promover a interculturalidade. Os participantes começam com uma ideia de negócio e a primeira tarefa que têm de executar é a constituição da equipa: juntar cinco elementos, que não se conhecem, mas que têm as competências necessárias para o desenvolvimento do projeto.

Os principais parceiros do EIA são o Santander Universidades e a Câmara Municipal de Cascais, aos quais se junta a Beta-i, a
Universidade Nova de Lisboa e a Daimler AG. A Beta-i sublinha que o programa foi desenhado especificamente para estudantes universitários e funciona como um verdadeiro acelerador de mentalidades, que visa mudar a perceção do risco e do falhanço.