Cansado de andar sempre cansado? Então este artigo é para si. Se costuma acordar com mais sono do que quando se deita e, durante os dias, dificilmente se livra da sensação de pouca energia e de permanente irritação, ao ponto disso afetar os seus relacionamentos pessoais, saiba que cerca de seis milhões de portugueses estão na mesma situação. Os números são o resultado de um estudo realizado pela DECO que revela que 60% de portugueses têm problemas de sono, embora apenas metade esteja diagnosticada. Do total, 40% acusam um alto nível de sonolência afectando a produtividade e aumentando o risco de acidentes e 25% tomam medicamentos para dormir.

Os números retratam o panorama nacional, mas são uma realidade um pouco por todo o mundo. O sono é um problema de saúde pública. E hoje, Dia Mundial de Sono, é dia de falar sobre o tema.  Sob o slogan “Durma profundamente, nutra a vida”, pretende-se, nesta data, sensibilizar a população para a importância do sono na saúde e bem-estar.

Sofrer de distúrbios do sono é muito mais do que precisar de um café para acordar. É muito mais do que adormecer durante uma aula, uma viagem ou um filme. A qualidade de vida de quem tem perturbações do sono pode — e deve — ser melhorada. Não só para que os dias tenham mais “qualidade”, mas por questões de saúde. Quem dorme mal tem maior dificuldade de concentração, de raciocínio e memorização. E tem também mais propensão a desenvolver doenças cardiovasculares, obesidade, hipertensão, diabetes e depressão. Mas os efeitos dos distúrbios do sono não ficam por aqui. Sabia que 20% dos acidentes de viação acontecem devido a distúrbios de sono? Ao volante, as consequências de noites mal dormidas têm um impacto similar ao consumo do álcool. Dá que pensar.

Não é por acaso que crescemos a ouvir que “deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer”. É que, realmente, os ciclos de sono são essenciais ao bem-estar do organismo. Estes ciclos são regulados pelos ritmos circadianos, que são oscilações biológicas de aproximadamente 24 horas fundamentais para todas as células e seres vivos. Estas oscilações são condicionadas por estímulos como a luz/noite, temperatura, oxigénio e até exercício físico e alimentação. Além do sono, muitos dos nossos processos fisiológicos também sofrem variações ao longo das 24 horas. É o caso da produção de hormonas ou da temperatura corporal. Todas estas variações cíclicas, que ocorrem no nosso organismo ao longo do dia, estão sincronizadas com o meio ambiente, sendo essa sincronização crucial para a nossa saúde e bem-estar. O mau funcionamento dos relógios biológicos está associado a várias perturbações do sono, assim como ao desenvolvimento de outras doenças, como as acima citadas.

Revelando a importância crescente que a comunidade médica e científica tem dado a este tema, em 2017, o Prémio Nobel da Medicina foi atribuído a três investigadores americanos que estudam os ritmos circadianos. Por cá, a Associação Portuguesa de Sono (APS) e o Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra (CNC UC) assinalam este Dia Mundial do Sono alertando a população para o funcionamento do relógio circadiano e a importância de atender aos seus ritmos para conseguir uma vida saudável. Neste dia, a APS e o CNC lançam aos portugueses o desafio de acertarem o relógio, para que tenham todos um melhor sono e, desta forma, possam desfrutar melhor da vida.

A pergunta que se impõe é: como dormir melhor? Para conseguir ter uma boa higiene do sono, reserve 7 a 9 horas por dia para dormir e siga os conselhos dos especialistas. Provavelmente já ouviu falar de alguns deles, mas nunca é demais repeti-los. É que, nesta matéria, não basta ter a teoria na ponta da língua. De nada serve saber que não deve levar o computador para a cama, se todas as noites transforma o quarto em escritório. Ou saber que é importante manter uma rotina quanto às horas de deitar e levantar, se tão depressa se deita às 21h como às 6h da manhã.

Além destes conselhos, quem sofre de distúrbios do sono deve evitar a ingestão de álcool e bebidas com cafeína a partir do final da tarde, praticar exercício físico regularmente, não fumar (especialmente perto da hora de dormir) e criar no quarto condições propícias ao repouso, com uma temperatura adequada, pouca luz e nenhum ruído. Isto implica que o quarto não seja utilizado para ver televisão ou trabalhar ao computador, sobretudo nas duas horas que antecedem a hora de dormir.

Se já faz tudo isto e continua a ter insónias ou a sentir que não descansa durante a noite, já experimentou Stilnoite? Trata-se de um suplemento alimentar com uma fórmula inovadora que tem uma tripla ação sobre o sono. A melatonina age sobre a fase de início do sono, enquanto o extrato de papoila de califórnia e melissa de origem 100% vegetal melhora a qualidade do sono com diminuição dos despertares noturnos e o extrato de passiflora, também de origem 100% vegetal, garante um sono reparador. É recomendada a utilização de 2 cápsulas por dia, 30 minutos a 1 hora antes de deitar durante 15 dias.

Não é por acaso que o Stilnoite foi premiado com o prémio almofariz de produto do ano 2017. Segundo um estudo de mercado realizado em França, com Stilnoite, 74% dos consumidores sentem-se mais relaxados ao deitar, 69% dos indivíduos sentiram uma redução no tempo de adormecer, sendo que destes 52% reportaram uma melhoria de 30 minutos, e 73% afirmaram dormir melhor.

Costuma dizer-se que, para grandes males, grandes remédios. Se, no seu caso, contar carneiros, definitivamente, também não resulta, Stilnoite pode ser remédio santo.

Stilnoite® é um SUPLEMENTO ALIMENTAR. Tomar 2 cápsulas/dia, 30-60min. antes de deitar, não exceder a dose diária recomendada. Consumir no âmbito de uma dieta variada e equilibrada e um estilo de vida saudável. Não recomendado no caso de alergia a qualquer um dos ingredientes.