O Benfica tentou descobrir as empresas proprietárias dos servidores de internet onde foram alojados os seus mails confidenciais que têm sido divulgados na Rússia. Para isso contratou uma empresa de cibersegurança e um escritório de advogados russos, mas mesmo assim não conseguiu desvendar o caso, avança o Jornal de Notícias na edição desta quinta-feira.

A informação consta no processo que corre no Tribunal da Califórnia, nos Estados Unidos, e que o JN teve acesso. O Benfica refere que durante seis meses procurou as sedes das empresas Realistic Group e Regtime — as tais que terão alojado a informação confidencial sobre “contratos de jogadores, dados de recrutamento de atletas e informação corporativa” — e que estas não devem ser confundidas com a Google e a WordPress, que alojam os blogues onde é feita a divulgação dos e-mails através de ligações aos servidores daquelas empresas.

No entanto, estas informações foram contraditórias. Nem a Realistic, nem a Regtime parecem ter qualquer sede na Rússia.