Inicialmente foi o Senat, o primeiro veículo da nova gama de modelos de luxo criados pelos russos em forma de berlina, que parece uma cópia do Rolls-Royce e que Vladimir Putin já utiliza como veículo oficial. Agora, passadas semanas, eis que surge o Arsenal, um monovolume igualmente de dimensões generosas e de aspecto refinado, que para já é exclusivo das forças de segurança de apoio ao Presidente. E ainda falta o Komendat, com as três denominações herdadas de torres do Kremlin, para não haver dúvidas em relação à origem dos veículos.

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Se o Senat é o novo veículo oficial, em versão de carroçaria longa e obviamente blindada, o Arsenal é um monovolume que não lhe fica atrás, herdando a mesma plataforma, uma vez que estamos perante uma família de veículos, disponível com dois níveis de distância entre eixos. E o empenho do próprio Putin neste projecto é tal que foi mesmo ele a defender os méritos deste Arsenal junto do presidente egípcio Abdel Fattah el Sisi, durante a visita que recentemente efectuou a Moscovo.

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O Arsenal foi visto em público nos arredores do Kremlin, apresenta dimensões generosas e visa ser uma alternativa aos furgões da Mercedes ou da Volswagen que até aqui eram utilizados, uma vez que não ficava bem ao líder russo fazer-se deslocar em monovolumes ou SUV americanos, por razões óbvias. Como partilha a mesma plataforma do Senat, utilizará igualmente a mesma mecânica, o que passa por montar à frente o motor a gasolina com 4,4 litros e oito cilindros em V, com assistência eléctrica, o que faz dele um híbrido. A potência de 606 cv passa depois por uma caixa automática de nove velocidades, antes de ser distribuída pelas quatro rodas. O objectivo é produzir 10.000 veículos por ano, com as vendas ao público de versões blindadas ou não a começarem já em Janeiro.

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