Ambiente

Espanha vai correr com motores a gasolina e diesel

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O Governo espanhol pretende fazer aprovar uma lei que proíba a comercialização de veículos com motores de combustão, sejam eles a gasolina ou diesel. E como seria de esperar, nem os híbridos escapam.

Se o Governo do país vizinho conseguir aprovar a lei no Parlamento, e tudo indica que não terá dificuldades, a partir de 2040 não será possível adquirir em Espanha um veículo com motor que queime combustíveis fósseis. Isto inclui os modelos cujos motores queimam GPL ou Gás Natural.

Apesar de alegarem um menor impacto ambiental, os híbridos não conseguiram sensibilizar o legislador com as suas vantagens, pelo que também eles ficam de fora, seja o seu motor principal a gasolina ou a gasóleo. Não é contudo evidente que os híbridos plug-in não sejam igualmente contemplados na proibição, mesmo que ofereçam uma autonomia maior do que os habituais 50 km, uma vez que não há forma de garantir que os condutores recarregam as baterias e recorrem ao modo eléctrico sempre que possível.

O objectivo dos espanhóis é melhorar rapidamente a qualidade do ar, pelo que após a proibição da circulação, Espanha pretende banir por completo, 10 anos mais tarde, a circulação de veículos com motor de combustão. De fora ficam apenas os veículos eléctricos, sejam eles alimentados por bateria, ou por célula de combustível a hidrogénio.

Prevendo apresentar esta lei contra motores de combustão no Parlamento ainda antes do final de 2018, o Governo pretende ir mais longe e mais cedo. Isto porque já a partir de 2023 quer que todas as cidades com mais de 50.000 habitantes sejam obrigadas a estabelecer uma zona de baixas emissões, como Madrid, que a 30 de Novembro vai restringir a entrada no centro de todos os veículos que não possuam o Distintivo do Ambiente emitido pela DGT.

Se Espanha emite hoje 339 milhões de toneladas de CO2 por ano, os dirigentes fazem questão que este valor caia para 230 milhões em 2030, ou seja, uma redução de 30%. Com esta medida, Espanha alinha pelas soluções já anunciadas por países como o Reino Unido e França, também eles a apontar para 2040, enquanto Alemanha, Holanda, Irlanda e Dinamarca pretendem atingir o mesmo objectivo 10 anos antes, em 2030.

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