Évora

Évora Capital Europeia da Cultura é “oportunidade” para a cidade e Alentejo

Candidatura é vista como um processo que coloca a cultura como um fator decisivo no desenvolvimento das cidades e que aproxima os cidadãos da Europa em torno do seu legado comum.

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional destaca que esta é uma oportunidade para potenciar o desenvolvimento de Évora e do Alentejo

NUNO VEIGA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa
Mais sobre

A candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura em 2027 é “uma oportunidade” para potenciar o desenvolvimento da cidade e do Alentejo, destacou esta terça-feira o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), Roberto Grilo.

Esta candidatura é, certamente, um processo que coloca a cultura como um fator decisivo no desenvolvimento das cidades e da sua envolvente e que aproxima os cidadãos da Europa em torno do seu legado comum extremamente diverso e com um enorme potencial evolutivo, sendo acima de tudo uma oportunidade para a cidade e para a região”, defendeu

Para o presidente da CCDR do Alentejo, que falava à agência Lusa a propósito do recente anúncio da candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura em 2027, o potencial da cidade alentejana para a obtenção deste título é bem conhecido.

“A candidatura de Évora só surpreende os menos atentos a todo um passado de história, de acontecimentos e de reconhecimento associado à cidade que, desde há muito, a coloca numa posição estratégica na projeção dos valores patrimoniais, sejam culturais ou naturais, de toda a região alentejana”, frisou.

A “posição geográfica privilegiada” da cidade no contexto da Península Ibérica, devido à sua “proximidade a Lisboa e à fronteira espanhola”, com “centralidade e acessibilidades”, faz com que Évora possua “um estatuto destacado”, que remonta aos “tempos da ocupação romana”, disse.

E, continuou o presidente da CCDR Alentejo, “há todo um contexto de atenção às artes e à cultura que se revela de muitas e diversas formas e que vem projetando a cidade no panorama nacional e internacional”.

Como exemplo, Roberto Grilo lembrou que o Grupo Pró-Évora “está a comemorar 100 anos” e é “o mais antigo atualmente em Portugal a preocupar-se com a preservação e a valorização do património”.

O responsável da CCDR apontou ainda a classificação do centro histórico da cidade como Património da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), obtida em 1986, e as “várias associações e entidades” locais que “trabalham e desenvolvem os seus projetos artísticos e culturais”, como a Fundação Eugénio de Almeida, o Centro Dramático de Évora (CENDREV) ou a universidade, entre outros.

Parte integrante do Alentejo, região com “forte identidade cultural, assente nos seus valores materiais e imateriais”, Évora “pode funcionar como um polo agregador e, simultaneamente, ajudar a projetar todo o restante território”, vincou, sublinhando que a “forte ruralidade constitui uma mais valia, no cruzamento da tradição com o potencial inovador”.

A CCDR Alentejo é uma das entidades da comissão executiva da candidatura, a par da Câmara de Évora, Turismo do Alentejo e Ribatejo, Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, Universidade de Évora, Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, Direção Regional de Cultura do Alentejo e Fundação Eugénio de Almeida.

Todos queremos saber mais. E escolher bem.

A vida é feita de escolhas. E as escolhas devem ser informadas.

Há uns meses o Observador fez uma escolha: uma parte dos artigos que publicamos deixariam de ser de acesso totalmente livre. Esses artigos Premium, por regra aqueles onde fazemos um maior investimento editorial e que mais diferenciam o nosso projecto, constituem a base do nosso programa de assinaturas.

Este programa Premium não tolheu o nosso crescimento – arrancámos mesmo 2019 com os melhores resultados de sempre.

Este programa tornou-nos mesmo mais exigentes com o jornalismo que fazemos – um jornalismo que informa e explica, um jornalismo que investiga e incomoda, um jornalismo independente e sem medo. E diferente.

Este programa está a permitir que tenhamos uma nova fonte de receitas e não dependamos apenas da publicidade – porque não há futuro para a imprensa livre se isso não acontecer.

O Observador existe para servir os seus leitores e permitir que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia. Por isso o Observador também é dos seus leitores e necessita deles, tem de contar com eles. Como subscritores do programa de assinaturas Observador Premium.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Sindicatos

Vivam as greves livres

Nuno Cerejeira Namora

Estes movimentos têm de ser encarados como o sintoma de um mal maior: a falência do sindicalismo tradicional e a sua incapacidade de dar resposta às legítimas aspirações dos seus filiados.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)