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Economia

Guiados pela arte urbana

“SEAT Art Cities – Curated by Vhils” é o novo projeto da SEAT e do artista Vhils. Juntos, estão a criar um itinerário nacional de arte urbana, acrescentando novas obras ao património já existente.

Este é mais um passo de um caminho que começou em 2017 com uma homenagem a Cascais e aos pescadores, com o projeto “Terra Mar”, continuou em 2018 com “Tangível” – uma visão artística do SEAT Arona – e, no mesmo ano, contou com a presença da marca no Festival Iminente. Com lançamento em maio de 2019, e a continuar por 2020, surgem as cidades com arte, as SEAT Art Cities.

Art cities: quem e onde

  • Draw&Contra (Porto);
  • Akacorleone (Lisboa);
  • André da Loba (Aveiro);
  • Beckham (Braga);
  • Tamara Alves (Carvoeiro).

Ao pensar neste novo projeto, Vhils considerou natural a ideia de se fazer uma viagem. “E a estratégia veio atrás de forma espontânea. Começámos a pensar num percurso que nos levasse por Portugal inteiro, a descobrir obras de arte pública e a criar outras novas pelo caminho”. É assim que irão nascer novas obras de arte urbana pelas mãos de Draw&Contra (no Porto), Akacorleone (em Lisboa), André da Loba (em Aveiro), Beckham (em Braga), Tamara Alves (no Algarve).  “Este itinerário nacional de arte urbana comprova, uma vez mais, a nossa ligação ao território da cultura. A parceria com o artista de arte urbana Vhils reafirma os valores de inovação, liberdade e criatividade que a marca defende”, refere Teresa Lameiras, diretora de marketing e comunicação da SEAT Portugal.

Este itinerário, bem como a criação das obras únicas, serão documentados através de pequenos vídeos e, posteriormente, será desenhado o mapa com a sua localização.

Os artistas na rua

Com curadoria de Vhils, coube-lhe escolher os artistas participantes: “Os nomes começaram a surgir de forma natural, porque são artistas muito talentosos, cujo trabalho vou acompanhando e com quem é um orgulho colaborar”.

O artista

Vhils, ou Alexandre Farto, é um artista português que desenvolveu uma linguagem visual própria, recorrendo à remoção das camadas superficiais de paredes e outros suportes, através de ferramentas e técnicas não convencionais. Tem obras em mais de 30 países e colabora com instituições tão diversas como a Fundação EDP (Lisboa), Pompidou Center (Paris), Barbican Center (London), CAFA Art Museum (Beijing), e o Museum of Contemporary Art (San Diego). Em 2015, foi agraciado com a Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, que se destina a distinguir o mérito literário, científico e artístico, em Portugal.

Mas, por outro lado, “a localização geográfica ajudou a definir, porque queríamos que fossem representativos do país inteiro e das suas diferentes zonas”.

Para Pedro Campiche (de nome artístico AkaCorleone), a proposta apresentou-se como irrecusável. Neste caso, como em todos os seus projetos, começou por “procurar referências sobre um tema e desenvolver esboços bastante livres e descomprometidos de início, e ir afinando até estar feliz com o resultado”. “Procurei misturar referências visuais que me inspiram, com o meu universo visual já existente”. No que diz respeito ao mundo da arte urbana, sente que esta “já ganhou bastante espaço em Lisboa, que é neste momento uma das cidades mais ricas no que toca a intervenções, tanto de artistas internacionais com grande impacto e de artistas nacionais que já dão cartas, até artistas emergentes que estão agora a surgir com novas abordagens”. E, de Lisboa, conquista-se o resto do país e do mundo.

Marcas com impacto

A aproximação das marcas a este tipo de expressão artística traz, segundo Vhils, vantagens para todos. “Vejo este caminho como algo importante e desejado. Porque é uma expressão do potencial do movimento da arte urbana, quando é levado em conta, não só nos projetos com instituições ou privados, mas também no planeamento nas cidades.

Porque as marcas podem dar condições aos artistas para fazerem coisas únicas e ter outro impacto nas cidades em que vivemos”, refere. Acrescenta ainda que o que mais o atrai neste tipo de parcerias “é a possibilidade de fazer novo, de fazer diferente, de abraçar novos desafios. É muito importante pensar na herança da marca, no caminho que ela percorreu, e tentar criar algo novo a partir daí, e ainda mais uma obra de arte.” Dá ainda o exemplo da peça Tangible, “que continua em exibição no espaço público em Cascais e simboliza essa junção entre os dois universos: o da marca e o da arte”.

Saiba mais sobre inovação SEAT em
https://observador.pt/seccao/inovamente/

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