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Vila Real

Incêndio na Escola São Pedro em Vila Real adia início das aulas

Incêndio deflagrou no dia 7 de setembro alegadamente devido a um curto circuito. 13 salas de aula e outros espaços sofreram estragos. O início do ano letivo vai agora ser feito de forma faseada.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

A Escola Secundária de São Pedro, em Vila Real, vai adiar o início do ano letivo pelo menos até dia 19 de setembro após um incêndio ter danificado 13 salas de aula recentemente melhoradas, adiantou à Lusa a diretora.

O incêndio, que deflagrou no sábado, dia 7 de setembro, à noite, ao que tudo indica devido a um curto-circuito, deixou 13 salas de aula e outros espaços que tinham sido requalificados “inutilizados” e obrigou a “rever a planificação para a abertura do ano letivo”, explicou a diretora da escola de Vila Real, Rita Mendes. “Eram as salas maiores, que iam acolher as turmas maiores, mas temos agora que reequacionar, o que vai causar algum atraso na entrega de horários para professores e alunos e o próprio início das atividades letivas”, explicou.

A solução encontrada foi de fazer de forma faseada o início do ano letivo e, assim, na sexta-feira decorre o ‘dia do diploma’ com a entrega de diplomas escolares do ano transato.

Na segunda-feira, para os 11.º e 12.º anos, terça, para os 8.º, 9.º e 10.º e quarta-feira, para os novos alunos do 7.º, irá decorrer a receção aos alunos e encarregados de educação.

“Deixamos para o último dia os do 7.º ano para estarem mais protegidos. Esperamos receber os mil alunos na quinta-feira [dia 19 de setembro] para o início do ano letivo dentro da normalidade, mas entretanto teremos sempre as portas abertas”, vincou.

Este “revés” na organização do novo ano, numa escola que tem obras de melhoramento a decorrer, irá obrigar à instalação de mais monoblocos (contentores) do que iriam já ser utilizados.

“Tínhamos 17 monoblocos e agora vamos ter mais cinco. Vamos trabalhar com um total de 22 monoblocos e depois iremos utilizar salas que não foram intervencionadas e estavam desativadas para receberem obras”, explicou Rita Mendes.

Este incidente irá ainda obrigar a “voltar atrás na planificação das obras que estão a decorrer enquanto não se recupera tudo o que foi perdido”.

A diretora da escola de Vila Real assinalou ainda a “célere resolução do problema”, numa cooperação entre a escola, município de Vila Real e empresa responsável para encontrarem soluções.

“Estamos todos a trabalhar para quando chegar o momento de arrancar não haja perturbação para os alunos”, atirou.

A Escola Secundária de São Pedro, em Vila Real, sofreu obras no valor de 4,5 milhões de euros para resolver problemas de infiltrações, perdas energéticas e falta de acessibilidades neste estabelecimento construído há 60 anos.

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