O resultado líquido da Benfica SAD ascendeu a 29,4 milhões de euros no exercício de 2018/19, um aumento homólogo de 42,8%, que não engloba a venda milionária do futebolista João Félix, revelaram esta quarta-feira as ‘águias’.

O lucro obtido é o segundo maior da história da sociedade gestora do futebol profissional do Benfica, apenas superado pelos 44,5 milhões de euros registados em 2016/17, naquele que é o sexto ano consecutivo com resultados positivos.

Quanto ao resultado operacional, houve uma melhoria de 8,8%, para 35,3 milhões de euros, segundo os números disponibilizados na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

As receitas da Benfica SAD ascenderam a 263,3 milhões de euros, um novo máximo, e, em termos consolidados, o Grupo SLB ultrapassa pela primeira vez os 300 milhões de euros em receitas, beneficiando do aumento dos rendimentos oriundos da UEFA.

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Nas contas apresentadas, entram as transferências de Raúl Jiménez, de Jovic e de Talisca, enquanto a venda de João Félix ao Atlético Madrid por 126 milhões de euros neste verão só vai ser contabilizada nos resultados do próximo exercício.

O ativo cresceu 3,2%, para 500,8 milhões de euros, enquanto o passivo baixou 3,4%, para 384,6 milhões de euros. E o capital próprio subiu quase 34%, para 116,2 milhões de euros, superando pela primeira vez o capital social da Benfica SAD (115 milhões de euros), criada em 2000.