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Diz a tradição da música popular que complicado, complicado não é fazer um grande primeiro disco – é criar um segundo que esteja à altura da qualidade do primeiro e das expectativas entretanto geradas.

Há uma certa sabedoria nisto: para o primeiro disco, os músicos tiveram uma quase total ausência de pressão e todo o tempo do mundo, que lhes permitiu acumular experiências e, até, enfiá-las todas no disco. Mas o segundo disco, especialmente quando o primeiro foi um êxito, vem carregado das expectativas dos fãs (e caixas-registadoras das editoras), tem data e hora marcada para o lançamento e não há forma de viver uma vida toda nos dois ou três anos que distam o primeiro do segundo.

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