Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Longe vai o tempo em que um estojo com 12 canetas de feltro Molin equivalia a um kit de iniciação à pintura amadora. Com o aperfeiçoar da técnica, crescia também a ambição. Era tudo uma questão de papel, porque no que dependesse das cores da marca portuguesa, nunca a criatividade conheceria limites.

Daí em diante, a evolução era feita com sucessivos ritos de passagem. O primeiro conjunto de 22 cores, as 25 e as 50 – degraus lógicos numa época em que, de norte a sul, os miúdos passavam horas esquecidas a colorir. No chão ou em cima da mesa, nenhuma outra caneta era como aquelas. Na parede? Muito provavelmente, embora a tinta lavável seja uma invenção do início dos anos 90.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.