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Terminou a Web Summit mais “web” de sempre, não tivesse a pandemia de Covid-19 mantido em casa as dezenas de milhar de participantes que se reuniam por esta altura em Lisboa. O evento em modo digital ajudou a que a quantidade de temáticas, oradores e participantes também tivesse acontecido em maior número do que em qualquer outra edição.

Nas quase nove horas de conferências desta sexta-feira falou-se de tudo. A (falta de) diversidade nas empresas, a importância de discutir a saúde mental, o caminho até à igualdade de género, as mudanças na indústria alimentar, as opiniões sobre a política norte-americana, o papel dos denunciantes, o mercado único na Europa aos olhos de Margrethe Vestager, e a startup que venceu o pitch deste ano. Estas foram nove ideias que retivemos no último dia da Web Summit.

Diversidade: “A pandemia atingiu mais aqueles que são menos representados”

Julia Gillard, ex-primeira-ministra da Austrália, e Jeremy Johnson, da Andela, conversaram esta tarde sobre a igualdade no desenvolvimento humano. E houve uma ideia comum: “É inquestionável que a pandemia atingiu mais aqueles que são menos representados, os que têm menos meios para lidar com os desafios”. Apesar disso, acrescenta Jeremy Johnson, devem também ser pensadas as “oportunidades que foram criadas para haver mais igualdade”.

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