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Numa noite chuvosa e com o relvado em más condições, o Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, foi o palco da final da Taça da Liga que opôs Sporting a Sp. Braga. Ambas as equipas tinham um objetivo: vencer pela terceira vez a competição. E Rúben Amorim devia ainda conhecer a sensação de a vencer – tinha ganhado a última edição pelos arsenalistas. Um ano depois, o treinador da equipa vencedora acabou por se manter, o resultado de 1-0 também – a única diferença foi o mesmo emblema de quem fez a festa. Desta vez foi o Sporting quem a ganhou.

Os primeiros minutos da partida foram marcados pela adaptação a um relvado encharcado. Poucas foram as oportunidades nos primeiros 30 minutos – só mesmo um livre de Sequeira, um remate de longe de João Mário e um canto para os minhotos. Pelo meio, era Tiago Martins, o árbitro do jogo, e as faltas que marcava (ou que deixa de marcar) que dominava a partida. Houve ainda dois protagonistas, mas estes estavam fora do campo. Rúben Amorim e a Carlos Carvalhal envolveram-se num bate-boca, que levou ao árbitro, ao 34.º minuto, a mostrar o cartão vermelho aos dois treinadores, que a partir daí passaram a assistir o jogo desde a bancada.

Apesar do aparente equilíbrio, o Sporting inaugurou o marcador por Pedro Porro aos 41′, no golo que decidiria o encontro decisivo da competição entre uma bola na trave de Paulinho, mais uma expulsão por acumulação de Pedro Gonçalves e ânimos exaltados antes e depois do apito final de Tiago Martins.

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