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No início de 2020, Portugal acordou para o crescente fenómeno do andebol português. Não só pelas campanhas europeias do FC Porto, não só pela qualidade do Sporting, mas principalmente pelo percurso extraordinário que a Seleção Nacional teve no Europeu da Áustria, da Noruega e da Suécia. O sexto lugar, o melhor que uma seleção portuguesa alguma vez alcançou na competição, trouxe dois nomes para o conhecimento geral do público: Paulo Jorge Pereira, o selecionador, e Alfredo Quintana, o guarda-redes.

“Não sou um sobrevivente. Sou um guerreiro extraordinário”. Morreu o bom gigante, Alfredo Quintana. Tinha 32 anos

Quintana morreu esta sexta-feira, aos 32 anos e depois de uma paragem cardiorrespiratória, e deixou órfã uma modalidade inteira. Com o FC Porto, que representava desde março de 2011, foi seis vezes campeão nacional, ganhou duas Supertaças e uma Taça de Portugal. Com a Seleção Nacional, que passou a representar depois de adquirir a dupla nacionalidade em 2014, alcançou os melhores resultados de sempre no Europeu e também no Mundial deste ano, onde Portugal acabou em 10.º.

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Sem que seja possível resumir em fotografias tudo o que deixa Alfredo Quintana, veja na nossa fotogaleria algumas das melhores imagens da carreira do guarda-redes.