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O Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa, vai encerrar, a partir de 1 de junho, algumas áreas da sua exposição permanente. Em comunicado, o MNAA informou que a decisão se deve a “limitações de pessoal técnico na área da vigilância” e que a situação pode manter-se até ao fim de setembro.

Entre as áreas expositivas que passarão a estar vedadas ao público a partir desta terça-feira contam-se aquelas onde se encontram as coleções de mobiliário, ourivesaria, cerâmica e artes não europeias. Além destas zonas, será ainda encerrado o acesso pelo jardim do MNAA, passando a funcionar apenas a entrada da Rua das Janelas Verdes.

“Estas limitações prolongar-se-ão até que a situação de falta de pessoal na vigilância se altere, podendo manter-se até ao fim de setembro”, declarou o museu esta segunda-feira.

Criado em 1884, o MNAA alberga a mais relevante coleção pública de arte antiga do país, com peças produzidas entre a Idade Média e o século XIX, e o maior número de obras classificadas como tesouro nacional. É também no museu das Janelas Vedes que se encontra a maior coleção de mobiliário português, que passará agora a estar fechada ao público.

“São também de grande relevância no acervo, nos diversos domínios, algumas obras de referência do património artístico mundial, não só na pintura, mas também no âmbito das suas coleções de ourivesaria, cerâmica, têxteis, vidros e ainda desenhos e gravuras”, refere o MNAA.

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