No centro do ataque informático aos sites do Expresso e da SIC, o ransomware preocupa cada vez mais as empresas e as agências responsáveis pela cibersegurança. Em Portugal, o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) diz que a pandemia “gerou um contexto de oportunidade que favoreceu as atividades ilícitas online“, como aquelas que recorrem ao ransomware com o objetivo de pedir resgate às vítimas (ransom significa resgate). Em 2019 e 2020, o CNCS registou 42 ataques.

O ransomware é um tipo de malware que permite que “um atacante se apodere dos ficheiros e/ou dispositivos de uma vítima, bloqueando a possibilidade de esta poder aceder-lhes”, define a Agência Europeia para a Segurança das Redes e da Informação (ENISA, na sigla original). É depois pedido um resgate, geralmente através de criptomoedas para que os pagamentos não sejam rastreáveis.

Sites do jornal Expresso e da SIC hackeados com pedidos de resgate pelos piratas informáticos

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