816kWh poupados

O carro elétrico do ano de 2023 em Portugal está ainda mais acessível

O Renault Megane E-Tech 100% Elétrico redefine a experiência de condução, destacando-se pelo design, tecnologia e acessibilidade. Uma escolha única pela mobilidade elétrica.

Este artigo é da responsabilidade da Renault Portugal

Já aqui muito falámos sobre os inúmeros predicados do Renault Megane E-Tech 100% Elétrico, um automóvel que se destaca no panorama automobilístico desde logo pelo seu arrebatador design, mas que vai muito além da boa aparência. O pacote tecnológico que o mesmo representa é não menos relevante e destacam-se desde logos os 26 dispositivos de ajuda à condução (ADAS), que garantem uma condução segura e sem sobressaltos, o Google Assistant, que permite comandar todo o automóvel por simples e intuitivos comandos de voz, referencial eficiência energética, que lhe confere excelente autonomia e que pode ser reposta de forma muito rápida, graças à capacidade de carregamento até 130 kWh, por fim, e como é apanágio da Renault, muito conforto e espaço a bordo e dinâmica em estrada referencial para muito prazer de condução proporcionado pelos seus 220 cv de potência.

Mas desde o início deste mês, que aquele que foi designado como o primeiro automóvel da Geração 2.0 de veículos elétricos da Renault – recorde-se que a Renault foi pioneira na mobilidade elétrica e já desenvolve veículos elétricos, há mais de 14 anos – está também mais acessível, e pode agora ser seu a partir de 32.990€, no que representa uma substancial redução de preço, em relação ao que era praticado.

Mas o leitor interrogar-se-á a que se deve, ou como foi possível uma redução tão substancial de preço? Tem os construtores automóveis assim tanta margem nos automóveis elétricos? A resposta a essas questões é taxativa: Não!

Então que factores permitiram este reposicionamento de preço do Renault Megane E-Tech 100% Elétrico?

Foi na verdade a concorrência de múltiplos factores, desde logo, se bem se recorda a indústria automóvel atravessou recentemente um dos seus períodos mais desafiantes, pois logo após a pandemia de Covid-19, que levou o mercado a registar mínimos históricos de vendas, as marcas automóveis foram impactadas por uma severa crise de fornecimento de semicondutores, ou mais comummente conhecidos “chips”. Um automóvel moderno dos dias de hoje, é equipado com centenas desses componentes e a escassez dos mesmos fez parar linhas de produção com as consequências que daí advêm. Ora, aumento da procura e escassa oferta, já Adam Smith explicava na sua teoria económica clássica, origina uma subida de preços. Mas as más notícias para os consumidores na altura não se ficariam por aqui, pois infelizmente como todos sabemos, há cerca de dois anos, deflagrou uma guerra em plena Europa, que impactou severamente os preços de todos os bens e produtos, a inflação disparou para valores recordes e todos sofremos com isso, ou seja, todo este período poderia ser caraterizado pela Lei de Murphy.

Mas na verdade nem tudo são más notícias, a maturidade das tecnologias, a chegada de mais marcas à mobilidade elétrica, com o consequente aumento de produção em massa que se traduz em preços mais competitivos, a otimização dos processos produtivos e essencialmente a prossecução de uma estratégia que sempre foi reconhecida ao Grupo Renault, a democratização de tecnologias, permitiram agora este reposicionamento de preços do Renault Megane E-Tech 100% Elétrico, um automóvel ao qual é fácil ficar rendido.

Se ainda não está rendido aos encantos da mobilidade elétrica, esta é uma oportunidade que não pode descartar, afinal os benefícios da mesma são inequívocos para si e para a sua família. Desde logo a sustentabilidade ambiental, depois os imbatíveis custos de utilização, pois carregando o seu Mégane E-Tech 100% Elétrico em casa, pode realizar cada 100 quilómetros por cerca de 3€, leu bem, 3€. Por fim, o conforto e prazer de condução são absolutamente referenciais e depois do experimentar, não vai conceber outra forma de mobilidade para si e para a sua família.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

 
Assine o Observador a partir de 0,18€/ dia

Não é só para chegar ao fim deste artigo:

  • Leitura sem limites, em qualquer dispositivo
  • Menos publicidade
  • Desconto na Academia Observador
  • Desconto na revista best-of
  • Newsletter exclusiva
  • Conversas com jornalistas exclusivas
  • Oferta de artigos
  • Participação nos comentários

Apoie agora o jornalismo independente

Ver planos

Oferta limitada

Apoio ao cliente | Já é assinante? Faça logout e inicie sessão na conta com a qual tem uma assinatura

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Vivemos tempos interessantes e importantes

Se 1% dos nossos leitores assinasse o Observador, conseguiríamos aumentar ainda mais o nosso investimento no escrutínio dos poderes públicos e na capacidade de explicarmos todas as crises – as nacionais e as internacionais. Hoje como nunca é essencial apoiar o jornalismo independente para estar bem informado. Torne-se assinante a partir de 0,18€/ dia.

Ver planos