Acompanhe o nosso artigo em direto sobre a guerra no Médio Oriente

Os Estados Unidos estão numa “posição de força” na guerra contra o Irão, afirmou nesta quarta-feira o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Estamos em posição de força agora, e os seus responsáveis desaparecem rapidamente. Todos aqueles que querem tornar-se chefes acabam mortos”, afirmou o presidente americano perante um grupo de empresários da área tecnológica, na Casa Branca.

“Estamos a sair muito bem na frente da guerra, e a palavra é pouca. Alguém me perguntou: “numa escala até 10, quanto dão a isto?”. Respondi mais ou menos 15″, afirmou o chefe de Estado norte-americano.

No quinto dia da guerra, Donald Trump reiterou também as suas justificações para este ataque lançado contra o Irão, afirmando que Teerão estava prestes a obter uma arma nuclear.

“Quando loucos têm armas nucleares, coisas más acontecem”, acrescentou.

A porta-voz da Casa Branca tinha afirmado durante em conferência de imprensa mais cedo que “o regime terrorista iraniano desordeiro” estava a ser “completamente aniquilado” e que o Irão iria “pagar pelos seus crimes”.

Os Estados Unidos e Israel lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”, e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.

O Presidente norte-americano afirmou que a operação visa “eliminar ameaças iminentes” do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial”.

O Irão confirmou a morte do ayatollah Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989.

Segundo as autoridades iranianas, os ataques israelitas e norte-americanos já fizeram mais de mil mortos desde sábado. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos.

O Irão lançou ataques de retaliação contra Israel e bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Iraque, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã, Iraque, Chipre e Turquia.

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