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Acabaram-se os papéis dos atestados médicos, dos resultados de testes de diagnóstico à infeção com o coronavírus SARS-CoV-2, das declarações para poder viajar ou as quarentenas nos países de destino. Pelo menos, assim espera a Comissão Europeia, que quer devolver a liberdade de circulação aos cidadãos europeus — e não só — sem pôr em risco a Saúde Pública, mas facilitando a passagem com um documento que seja válido em todos os Estados-membros.

Com o verão à porta e uma urgência da retoma de atividade, nomeadamente no turismo, a proposta tornada pública esta quarta-feira deve ser adotada rapidamente pelo Parlamento e Conselho Europeu e os países devem concluir toda a preparação técnica nos próximos meses, refere a Comissão Europeia.

“Com o Certificado Verde Digital, estamos a adotar uma abordagem europeia que garanta que os cidadãos da UE e os seus familiares podem viajar com segurança e com restrições mínimas este verão”, disse o comissário da Justiça, Didier Reynders. “O Certificado Verde Digital não será uma pré-condição para a livre circulação e não discriminará de forma alguma”, garantiu.

Como vai ser o passaporte da vacinação que a Comissão Europeia tem para aprovar

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