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JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Cristas regressa como mulher-mãe-política. Crítica da "política sem espaço" e das mulheres pouco interventivas

Novo livro de Assunção Cristas mistura política com vida familiar e faz até algumas propostas polémicas como substituir o PIB para medir a riqueza do país

    Índice

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E se o PIB não for a forma mais correta de medir a riqueza dos países? A questão não é uma novidade, já em 2013 Joseph Stiglitz — prémio Nobel da economia — era um dos que vinha a público com a dúvida, mas agora é Assunção Cristas, a líder dos democratas-cristãos, quem a retoma. No seu primeiro livro, Assunção Cristas afirma que quer que se fale em “crescimento sustentável ou desenvolvimento” e que falar-se em “crescimento negativo” é uma coisa que a irrita.

"Penso que é a altura de perguntar se o PIB continua a ser um mecanismo válido. Se não é hora de o substituir por outro. E como o conseguimos fazer. Como podemos insistir e pressionar para que outros elementos sejam considerados quando se quer aferir a riqueza dos países, dos serviços públicos ambientais de um conjunto de realidades naturais ao próprio bem-estar das populações. Afinal o conceito de bem-estar não é apenas e tão-só medido com elementos quantitativos determinados, por exemplo, pelo rendimento per capita, mas engloba outros considerandos, como o próprio sentimento de felicidade.

O livro de Assunção Cristas é apresentado segunda-feira e chega às livrarias na terça-feira, 25 de junho

O papel das mulheres na sociedade e o papel das mulheres na política

Esta é apenas uma das propostas que a líder do CDS coloca a debate num livro que se debruça sobretudo na sua experiência pessoal como política e como mulher. Sem pudor em revelar alguns episódios da sua vida privada (o livro tem, aliás, prefácio do marido), Cristas explica que, por exemplo, os mais jovens preocupam-se mais com quem ela é do que com as propostas que apresenta.

Recorda vários momentos do seu passado político, incluindo a experiência enquanto Ministra do Mar, onde aproveita para destacar a diferença da política quando é feita por homens e quando é feita por mulheres. Cristas diz que houve momentos onde os consensos foram alcançados de forma muito mais fácil e rápida quando os temas eram tratados em reuniões onde, por algum motivo, estavam apenas mulheres. Na política, diz, “não há espaços vazios” porque os homens não deixam”.

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