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Não é só a timidez assumida que leva Vhils a falar poucas vezes à comunicação social. Ele insiste muitas vezes num ponto que se pode resumir assim: a fama não serve para nada se não servir para revelar o trabalho do artista e os problemas sociais que o preocupam. E Vhils só fala quando há novidades profissionais.

Em entrevista ao Observador, num fim de tarde em Marvila, a zona ribeirinha de Lisboa em que abriu a galeria Underdogs, o artista fez há dias um balanço da carreira e refletiu sobre o preço da fama e o preço da arte. Revelou detalhes sobre a sua primeira exposição em nome próprio num museu americano, que abre na sexta-feira, dia 21, no Cincinnati Contemporary Arts Center, no estado do Ohio. E comentou a polémica da escultura de Pedro Cabrita Reis que custou 300 mil euros e foi já duas vezes vandalizada em Matosinhos.

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