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Há um debate que se tornou recorrente nos meios académicos. Estamos ou não perante uma nova Guerra Fria, agora que o mundo está a bipolarizar-se com os Estados Unidos a tentarem capitalizar as democracias e a Rússia a chegar mais perto da China?

É cedo para perceber qual o rumo das relações internacionais nesta guerra de transição de poder que está a opor os EUA à China. Mas há uma pergunta a montante que tem sido posta com menos regularidade e que parece mais importante para o futuro que se aproxima: a China é uma potência com um modelo que atrai outros Estados do mundo? Ou, por outras palavras, uma autocracia nacionalista é, em si, um projeto ideológico expansionista e replicável?

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