Logo Observador
Primeira Liga NOS

Nuno Espírito Santo considera “inexplicável” castigo de Brahimi

Nuno Espírito Santo, treinador do FC Porto, considerou "inexplicável" a expulsão de Brahimi no encontro com o Sporting de Braga, da 29.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e pediu aos árbitros justiça.

JOSÉ COELHO/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

Nuno Espírito Santo, treinador do FC Porto, considerou “inexplicável” a expulsão de Brahimi no encontro com o Sporting de Braga, da 29.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e pediu aos árbitros justiça.

Em conferência de imprensa de antevisão ao jogo do próximo domingo frente ao Feirense, o treinador dos ‘dragões’ aproveitou para relembrar a situação que levou à expulsão de Brahimi no jogo com o Sporting de Braga, numa altura em que já tinha sido substituído, e que lhe valeu uma penalização de dois jogos.

“Há coisas que são difíceis de explicar. Tenho vindo a dizer que é preciso colaborar mutuamente e perspetivar que os árbitros sejam justos. Por isso mesmo é muito difícil explicar aos meus jogadores o que aconteceu em Braga. Fomos vítimas de uma grande injustiça. Eu estava lá, no banco, sei o que se passou. E depois disso, o castigo de dois jogos é ridículo. Obviamente que recorremos. Estamos solidários com o Brahimi e queremos que seja reposta a verdade”, começou por explicar o técnico que continuou a falar do encontro com os minhotos.

Sobre esse encontro, que terminou empatado a um golo, Nuno Espírito Santo disse também ter ficado preocupado com “as inúmeras faltas que o adversário fez, a dualidade de critérios da equipa de arbitragem”.

“Foi um trabalho que não foi justo e que nos prejudicou bastante. A única coisa que peço, e de forma direta, é que sejam justos”, concluiu o treinador.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
António Costa

Sim, isto é mesmo como na Grécia

Rui Ramos

Não é só em Portugal: também a Grécia festeja um resultado orçamental histórico. O método foi o mesmo: reduzir o Estado a controle, empregos, e favores para amigos, e cortar o resto sem piedade. 

Crónica

Ocasiões de choradeira

Miguel Tamen

O maior serviço que a televisão presta é pelo contrário o de proporcionar a quem nela aparece a falar ocasiões de choradeira: dar azo ao apreço que quem fala sente por si próprio.