Vistos Gold

Vistos Gold atraíram investimento 656 milhões nos primeiros sete meses do ano

O investimento feito ao abrigo do programa Vistos Gold atingiu 656,2 milhões de euros até julho, mais 14,8% do que em igual período do ano passado. Foram concedidas 98 autorizações de residência.

© Hugo Amaral/Observador

Autor
  • Agência Lusa
Mais sobre

Em julho, o investimento resultante da Autorização de Residência para a Atividade de Investimento (ARI), também conhecido como vistos gold, atingiu os 59.779.968,88 euros, uma descida de 2,8% face a igual mês do ano passado (61.552.086 euros) e um aumento de 52% face a junho (39.250.091,91 euros).

Do montante captado em julho, a maioria continua a corresponder à aquisição de imóveis (57.760.317,22 euros), enquanto o critério de transferência de capital ascendeu a 2.019.651,66 euros.

No mês passado, foram atribuídos 98 vistos dourados, dos quais 96 pela compra de bens imóveis e dois pelo requisito de transferência de capital. Dos 98 vistos atribuídos por compra de bens imóveis, foram concedidos em julho mais oito ARI para reabilitação urbana, no âmbito das novas regras de concessão que estão em vigor desde setembro de 2015.

Até final de julho tinham sido atribuídos 53 vistos ‘dourados’ para reabilitação urbana, sendo que o primeiro do género foi concedido há exatamente um ano (julho de 2016).

Nos primeiros sete meses do ano, o investimento angariado atingiu os 656.226.116,72 euros, mais 14,8% do que os 571.511.345,63 euros registados em igual período de 2016.

Em termos acumulados – desde que este tipo de instrumento, que visa a captação de investimentos para Portugal, começou a ser atribuído, em 08 de outubro de 2012 até julho último -, o investimento ascendeu a 3.223.403.061,34 euros. Deste montante, 311.956.342,61 euros foram captados por via da transferência de capital e 2.911.446.718,73 euros mediante o critério da compra de bens imóveis.

Desde a criação deste instrumento foram atribuídos 5.243 ARI: dois em 2012, 494 em 2013, 1.526 em 2014, 766 em 2015, 1.414 em 2016 e 1.041 este ano.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Incêndios

Estado de calamidade permanente

Rui Ramos

A demissão da ministra não é a solução de todos os problemas. Mas seria a solução de pelo menos um gigantesco problema: a falta de responsabilidade e de vergonha na governação. 

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site