Mariza

Mariza atua em maio no Coliseu do Porto e em junho no de Lisboa

Mariza vai atuar no Coliseu do Porto a 30 de maio e no de Lisboa a 2 de junho. A fadista vai apresentar o novo álbum, que deve chegar às lojas em março do próximo ano.

Angel Medina/EPA

A cantora Mariza, distinguida em novembro como Mestre da Música Mediterrânica pela Universidade de Berklee, em Boston, atua, em maio, no Coliseu do Porto e, em junho, no de Lisboa, foi anunciado esta quinta-feira.

Nos dois espetáculos, dia 30 de maio no Coliseu do Porto e dia 2 de junho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, Mariza vai apresentar o próximo álbum, a editar em março, e que será produzido pelo músico Javier Limón.

Nos dois palcos, além de “possíveis convidados”, a criadora de “Tasco da Mouraria” será acompanhada pelos músicos José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Pedro Jóia, na guitarra clássica, e Yami Aloelela, na viola baixo, segundo informação da sua produtora à agência Lusa.

O CD, ainda sem título e a editar pela Warner Music, contará, entre outras, com composições de Tiago Machado, que assinou “Ó gente da Minha Terra”, “Caravelas” ou “Os Anéis do meu Cabelo”, do repertório da fadista, e ainda de Custódio Castelo, Jorge Fernando (quatro temas) e uma balada de Carolina Deslandes.

Tiago Machado musicou um poema de Mariza, que se estreia como autora, cujo título provisório é “Só”.

De Jorge Fernando, Mariza escolheu, entre outros temas, “Velho Fado” e “Trigueirinha”, para o qual convidou a cantarem consigo Jorge Palma, Tim, Marisa Lins, Mafalda Veiga, Carolina Deslandes e Ricardo Ribeiro. Todos os direitos deste tema revertem para a Casa do Artista, em Lisboa.

No total, o CD conta 14 temas, sendo um deles, “Outro Tempo”, de autoria de Ângelo Freire.

Referindo-se ao álbum, em declarações à Lusa, em junho, Mariza afirmou: “Isto é o que sinto vontade de fazer neste momento, e só consigo funcionar assim”.

O novo álbum, que chegou a estar previsto intitular-se “Fado Bailado”, sucederá ao álbum “Mundo”, editado em outubro de 2015, e que marcou o regresso de Mariza a estúdio, cinco anos depois de “Fado Tradicional” (2010).

Mariza estreou-se discograficamente em 2001 com o álbum “Fado em Mim”, no qual gravou temas de Tiago Machado e Jorge Fernando, e resgatou do repertório fadista “Loucura”, “Maria Lisboa” e “Há Festa na Mouraria”, entre outros.

Em novembro, justificando a distinção de Mariza como Mestre da Música Mediterrânica, em comunicado, a Universidade de Berklee, afirmou que Mariza “está a redefinir o fado, a música folclórica urbana que deu voz aos problemas de Lisboa nos últimos dois séculos”.

Com uma carreira de 15 anos, “Mariza é a mais importante cantora de fado de sempre”, afirmou em comunicado enviado à agência Lusa Javier Limón, diretor artístico do Instituto de Música do Mediterrâneo de Berklee acrescentando: “Na verdade, ela é a cantora mais importante viva em Portugal”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Presidente Trump

As semelhanças entre Obama e Trump

João Marques de Almeida

A eleição de Trump foi a derrota das elites bem pensantes e do establishment dos media, que prefere escrever para os seus egos e os seus pares em vez de tentar entender o que se está a passar nos EUA.

Vladimir Putin

Síria: não há forma de lavar a hipocrisia 

José Milhazes

Lavrov apoiou a acção turca porque os ataques visam curdos e outras forças sírias apoiadas pelos EUA. Não é difícil imaginar o regozijo reinante no Kremlin face à luta entre parceiros da NATO na Síria

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site