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Paulo Portas enviou uma carta aos militantes do CDS pedindo um “empenhamento maior” na recta final da campanha alegando que não se pode “premiar quem criou o problema nem prejudicar quem o resolveu”. Para o centrista, nestas eleições o país deve “garantir” na Europa que não volta atrás.

“Agora que Portugal superou este ciclo e esta etapa, e a economia dá sinais de recuperar, votar PS é premiar o infractor” aponta o líder do CDS aos seus apoiantes, acusando o PS de glorificar a governação que conduziu ao resgate financeiro. No domingo, o vice-primeiro ministro espera que os militantes do partido dêem a “mais serena e democrática” resposta aos socialistas: “não queremos voltar a passar pelo mesmo!”.

Paulo Portas diz que compreende “as dificuldades, as dúvidas e mesmo a insatisfação perante os anos difíceis”, mas alega que não se deve “prejudicar” quem resolveu os problemas do país. Justifica mais uma vez a escolha de uma candidatura conjunta e defende que os eurodeputados do CDS Nuno Melo, Ana Clara Birrento, Daniel Campelo, Luís Barros Mendes, Maria do Céu Marques e Miguel Pires da Silva qualificam a lista de Paulo Rangel.

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