O ex-presidente da Câmara de Matosinhos Narciso Miranda foi ilibado de desviar dinheiro de uma associação mutualista que liderou e de simular o roubo de um `smartphone´.

O ex-autarca estava ainda acusado, enquanto presidente do conselho de administração da Associação de Socorros Mútuos de S. Mamede Infesta (ASMSMI), em Matosinhos, dos crimes de abuso de confiança, peculato e participação económica em negócio de que também foi absolvido.

Segundo a acusação, quando desempenhava aquelas funções, Narciso Miranda terá adjudicado serviços a empresas de que faziam parte familiares, alguns deles de forma ilegal ou nunca realizados.

Uma das filhas de Narciso Miranda e um ex-sócio desta também eram arguidos no processo por, alegadamente, terem participado no esquema que lesou a ASMSMI.

O tribunal de Matosinhos absolveu a filha de Narciso Miranda, mas condenou o ex-sócio daquela a uma pena suspensa de 16 meses.